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8 de março: Dia internacional da Mulher

8 de março: Dia internacional da Mulher
 
Primeiras páginas dos jornais franceses de 08 de março de 2018 RFI

As primeiras páginas dos jornais franceses estão dominadas, na sua maioria, por um único tema: Dia internacional da Mulher, mas mesmo assim, ainda houve espaço para o nuclear americano ou mortes por contaminação alimentar na África do sul.

LE FIGARO, titula, volência feita à mulher: a onda de choque. 5 meses após o escândalo Weinstein e o lançamento do  movimento #MeToo, este dia dos direitos das mulheres tem um sentido particular. Para lá da indignação, concretamente ainda há muito por fazer para que haja um verdadeiro recuo deste flagelo, nota LE FIGARO.

Mulheres-homens, um novo contrato, replica, LA CROIX. São mulheres a propor pistas para refundar as relações entre os sexos. Isabelle Filliozat, psicoterapeuta, afirma que temos que ajudar as crianças a valorizar as diferenças entre meninas e rapazes em vez de as apagar.

Os pequenitos são muito sensíveis ao espírito de justiça e o país já está maduro para ir mais longe com a política de licença e subsídios alargada à maternidade e paternidade. Há que garantir às mulheres autonomia económica, reforça Michaëlle Jean, secretária-geral da Organização internacional da Francofonia, sublinha LA CROIX.

Mulheres, neste dia, sacodem a árvore do mundo, titula, L’HUMANITÉ. Da revolta anti-Trump ao #MeToo, o ano em que as mulheres disseram NÃO em todo o Planeta. Judith Butler, filósofa, defende uma maneira de pensar em aliança, a deputada comunista Marie-George Buffet, aposta numa lei contra a precariedade profissional das mulheres e 8 de março: as mulheres decretam greve geral na Espanha, acrescenta L’HUMANITÉ.

LIBÉRATION, titula, Contra as desigualdades salariais. Apesar de existir uma lei, há uma disparidade de salários entre os homens e as mulheres de 25% continua a existir em França. Para evidenciar esta injustiça, LIBÉRATION, decidiu aplicar esta diferença de tratamento, neste dia 8 de março, vendendo um exemplar do jornal a 2 euros e 50 aos homens, e outro mais barato, a 2 euros às mulheres. O dinheiro será revertido ao Laboratório de igualdade, que luta há anos pela igualdade mulher/homem, sublinha LIBÉRATION.

LE MONDE, é o único jornal, que não puxou a data para principal título, mas mesmo assim publica uma coluna sobre direitos da mulher, 50 medidas a favor da igualdade. o vespertino, preferiu, fazer o principal título com Macron o lançamento das privatizações. Aeroportos de Paris será o primeiro grupo a ser privatizado neste seu mandato.

A participação do estado é valorizada em 8 mil 800 milhões de euros. O Estado reflecte igualmente sobre a abertura do capital da Françesa dos jogos, onde detém 72% das acções, mas vai manter o monopólio.  Em contrapartida o ministério das finanças Bercy, garante que está fora de questão ceder os 15% do Estado no grupo automóvel Renault-Nissan, apesar de boatos dos mercados, nota LE MONDE.

Em relação à actualidade internacional, LE MONDE, dá relevo aos Estados Unidos, explicando como Trump rearma a dissuasão nuclear. A postura do presidente americano é diferente daquela de Obama, mas não modifica a doutrina do país.

Donald Trump, tranquilizou os seus aliados ao nomear dois especialistas aguardados há um ano: Lisa Gordon-Hagerty, ex-membro do conselho de segurança nacional de Bill Clinton e de George Bush, foi nomeada  directora da NNSA, administração de segurança nuclear nacional; e o seu adjunto, nomeado, responsável do armamento, Charles Verdoon, especialista de fusão nuclear no Laboratório de Livermore, na Califórnia.

Washington, inscreve-se assim numa grande continuidade reafirmando que a bomba atómica só pode ser encarada em circunstâncias extremas de legítima defesa, para proteger os interesses vitais. Está posto de lado ser o Presidente americano o primeiro a apertar o botão da arma absoluta, nota LE MONDE.

Enfim, é o mesmo vespertino que sobre o continente africano, se refere à epidemia histórica de listeriose na África do sul. Uma contaminação de salsicha importada de Polónia, que já matou 180 pessoas nos últimos 12 meses. E na Nigéria, está alastrada a febre Lassa, doença próxima do Ébola, estando infectadas 353 pessoas, acrescenta LE MONDE.

 


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