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França

Macron apresenta política social que penaliza mais pobres

media Presidente francês, Emmanuel Macron, apresentando sua política social em Montpellier, a 13 de junho de 2018. SYLVAIN THOMAS / AFP

O Presidente francês, Macron, apresentou hoje as suas propostas para uma lei de protecção social durante o congresso da Mutualidade francesa em Montpellier, no sul da França. Mas é criticado pela oposição sobre as suas afirmações sobre a ajuda social a famílias pobres que custa muito dinheiro ao estado. 

Emmanuel Macron, apresentou hoje no congresso da Mutalidade francesa, em Montpellier, no sul, as grandes linhas da sua política social na perspectiva duma lei que quer ver adoptada pelos parlamentares.

"Temos que construir um novo risco, responder a esta nova vulnerabilidade social que é a dependência", declarou o presidente francês.

Esta questão sobre o financiamento da dependência, face ao envelhecimento da população, tem sido sempre adiada, por diferentes governos de direita e de esquerda.

Mas, Macron, afirmou perante os congressistas da Mutualidade, que já não se pode "diferir mais tempo a resposta em matéria de dependência."

O presidente francês, acrescentou anunciando que o "ano de 2019 será consagrada a uma lei que será votada antes do fim do ano".

Mas o presidente Macron disse desejar um "debate nacional" que mobilize " "todos os actores da solidariedade familiar, clectiva e social". 

Em matéria de reacções, antes mesmo de Macron, discursar, a oposição, como a antiga ministra socialista, Martine Aubry, já criticava a intenção do presidente cortar nas despesas da saúde e ajuda aos mais pobres.

"O presidente tem um problema com os pobres e isso já se começa a ser visto cada vez mais", sublinhou a ex-ministra, hoje presidente da câmara municipal de Lille, no norte da França. 

Por seu lado, o líder da França Insubmissa, Jean-Luc Mélenchon, lança na sua conta twitter: "Senhor Presidente, o que custa uma massa louca é a sua pessoa e os presentes aos ricos. Há uma solução simples para acabar com a pobreza. Ela chama-se partilha de riquezas", fustigou o chefe de fila dos deputados da Frente Insubmissa.

Mais duro foi o antigo candidato presidencial socialista, Benoît Hamon, que declarou "pensar ser uma forma de racismo social. Atrás disto tudo, há um profundo desprezo, uma profunda indiferença ao sofrimento dos mais vulneráveis", sublinhou Hamon.

Também os Republicanos, da direita, criticaram as afirmações de Macron, com o líder dos senadores, Bruno Retailleau, a denunciar "uma encenação" do presidente. 

Mas, reconheceu, que "efectivamente, há muitas ajudas sociais e não são suficientemente reorientadas para a recuperação do emprego".

É por saber que a esquerda está escangalhada e que a direita não pensa muito diferente, que Macron, tem dito  recorrrentemente, que há despesas inúteis, nomeadamente, ajudar os pobres, que têm de ser suprimidas.

Contudo, Macron, é também criticado igualmente no seio do seu próprio partido, onde ainda tem um peso hegemónico. 

Política social de Macron penaliza os mais pobres 13/06/2018 ouvir

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Lamentamos, mas o prazo para estabelecer a ligação em causa foi ultrapassado.