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Caça ao presumível autor dos actos de terrorismo em Estraburgo

Caça ao presumível autor dos actos de terrorismo em Estraburgo
 
Primeiras páginas dos jornais franceses de 13 de dezembro de 2018 RFI

Dois assuntos em destaque na imprensa diária francesa: o terrorismo e a vitória da primeira-ministra britânica na câmara dos comuns, marginalizando, temporariamente, os mais conservadores da sua própria família partidária.

Estrasburgo: o choque e a caça, titula, LE FIGARO. Pelo menos 700 polícias de ordem pública foram mobilizados para descobrir o paradeiro de Chérif Chekatt, um delinquente que caiu na deriva radical do islão.  O inquérito só agora começou, preveniu o procurador da República. Como é uso, os serviços de investigação vão manter uma pressão máxima sobre o fugitivo até à sua captura ou neutralização, acrescenta, LE FIGARO.

Por seu lado, L'HUMANITÉ, titula, Estrasburgo, depois do choque. Um dia depois dos assassínios, a capital alsaciana está de luto e recusa o papel de vítima da chantagem terrorista. Todas as pessoas contactadas pela reportagem do jornal relatam o mesmo pânico quando na noite do tiroteio viram grupos de indivíduos correndo desorientados, tendo na pegada a polícia que gritava para toda a gente ficar ao abrigo dos disparos.

Estrasburgo, noite de terror, titula, LIBÉRATION. O presumível atirador Chérif Chekatt, tem ficha de criminoso de segurança de estado e um registo criminal muito sujo. No seu editorial, intitulado, República, o jornal descreve uma tragédia, com sangue, lágrimas, inocentes assassinados, feridos martirizados, família de luto e um medo difuso em toda a cidade.

Terrorismo, de olhos abertos, relança, em título, LA CROIX. O ataque de Estrasburgo prova que a ameaça terrorista não desapareceu. Como aumentar a nossa vigilância?

Estar juntos, sublinha o jornal no seu editorial. Palavras que adoptam um significado particular no contexto da crise social que atravessa a França. O ataque de Estrasburgo terá um impacto no movimento dos coletes amarelos? Há que proíbir as suas manifestações. Em todo o caso, o tiroterio mortífero vem sublinhar que nenhuma causa pode justificar o uso da violência.

Mudando de assunto, no internacional, LE MONDE, titula, Brexit: Theresa May pode respirar um pouco. A primeira-ministra britânica, apesar de estar enfraquecida politicamente, venceu ontem contra deputados conservadores do seu partido. 200 dos 317 deputados conservadores na câmara dos comuns renovaram a sua confiança à primeira-ministra e uma nova moção não poderá ser apresentada nos próximos 12 meses.

Salva, pelo menos, provisoriamente, Theresa May vai poder estar hoje na cimeira europeia consagrada ao Brexit, em Bruxelas. Mas está longe de ter ganho a batalha, sabendo que mais de 200 deputados do seu partido se recusam votar o acordo de divórcio com a União europeia. O verdadeiro embate é no dia 21 de janeiro quando ela tiver de informar os eleitos sobre as suas intenções se o acordo não tiver sido votado, acrescenta, LE MONDE.

Brexit: Theresa May sobrevie ao massacre do partido conservador, replica, LE FIGARO. A primeira-ministra britânica, ganhou o voto de desconfiança organizado no seio do seu partido por iniciativa de deputados hostis ao acordo de Brexit concluído com Bruxelas.

Depois deste fracasso, os rebeldes não podem recorrer ao procedimento durante 12 meses. Mas isso não quer dizer que a primeira-ministra não possa vir a fazer frente a uma moção de censura da oposição à qual se juntariam os rebeldes conservadores e seus aliados norte-irlandeses do partido unionista democrático, nota, LE FIGARO.

Enfim, sobre a África, LA CROIX, dá relevo à RDC, onde Martin Fayulu, candidato às presidenciais, preocupa Joseph Kabila. Na terça-feira, forças da protecção do presidente mataram duas pessoas duma manifestação de boas vindas a Martin Fayulu, candidato da oposição cujo avioneta acabava de aterrar em Lubumbashi, capital da província mineira de Catanga, no leste do país.

A equipa de campanha de Fayulu, denunciou obstruções da guarda republicana presidencial e atentado à integridade física do candidato que tem dificuldades em deslocar-se no país para fazer comícios para as presidenciais de 23 de dezembro, observa, LA CROIX.


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