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Angola empatou a 1 bola com a Tunísia na sua estreia no CAN

João Lourenço julgado mais em 2019 por empregos a criar

João Lourenço julgado mais em 2019 por empregos a criar
 
Capas dos semanários de 26/01/2019 RFI

Abrimos esta Imprensa Semanal, com AFRICA CONFIDENTIAL, que se refere a destacar Angola e o adeus a isto tudo de João Lourenço.

O subtítulo do artigo é a longa lua de mel do Presidente Lourenço chegará ao fim quando o foco do público se virar para a economia. João Lourenço consolidará o seu poder em 2019, tirando proveito da sua popularidade e  posição como Presidente do país e do Mpla para se desembaraçar das últimas mechas da rede de influência do seu predecessor, José Eduardo Santos.

O ministro das Finanças, Archer Mangueira será substituído, assim como Edeltrudes Costa, director de gabinete do Presidente da república e Frederico Cardoso, Chefe da Casa Civil. Para os seus lugares irão homens de confiança de João lourenço.

Mas a lua de mel política de Lourenço, chegará ao seu fim este ano. A paciência com a pobre qualidade dos serviços públicos que continua e a falta de empregos começarão a ficar mais reduzidas assim que Lourenço passar a ser julgado mais na base de resultados do que de retórica.

Apesar dos melhores esforços que fará, o discurso político vai fortemente passar da luta contra a corrupção para o campo da economia e Lourenço estará num terreno menos sólido. O que criará espaço para mais críticas vindas do seio do seu próprio partido assim como da oposição e da sociedade civil.

Isto vai resultar provavelmente em mais greves e protestos, nota, AFRICA CONFIDENTIAL.

Por seu lado, LA LETTRE DU CONTINENT, destaca vias de saída para a crise na Taag. O sector aéreo angolano continua a ter dificuldades para lá das fronteiras.

Entre uma dezena de companhias que o país tem, apenas a companhia das linhas aéreas da Taag, está em condições de pôr a operar os aviões segundo uma recente reavaliação da lista negra da União europeia. Apenas os Boing 737 e 777 da companhia aérea nacional estão autorizados a poisar nos aeroportos europeus.

Esta restrição sob condições é severamente criticada pelas autoridades angolanas tendo em conta os esforços feitos nos últimos 3 anos, para que os aviões da companhia estivessem à altura das normas europeias, nota, LA LETTRE DU CONTINENT.

Por seu lado a JEUNE AFRIQUE, faz a sua capa com Costa do Marfim, Gbagbo, os segredos de um regresso anunciado. Ilibado a 15 de janeiro mas mantido  (provisoriamente?) em detenção, o antigo presidente pretende voltar a ocupar o seu devido lugar no xadrez político marfinense.

Como conseguir este feito? Terá mudado na prisão e sobretudo que consequências que isto tudo tem para as eleições de outubro de 2020?, são as questões a que tenta responder o semanário JEUNE AFRIQUE, que nota que Gbagbo perdeu perdeu esperanças.

Por seu lado, LE POINT, pergunta em capa, sobre a França, quem é o chefe? Há um grande braço-de-ferro entre Macron e os tecnocratas. O Presidente está chateado com administração, murmura em círculo restrito, Nathalie Loiseau, ministra dos assuntos europeus. No Eliseu quase toda a gente aponta com o dedo os altos funcionários que estariam na origem da bagunça, executando mal as reformas quando não as bloqueiam, escreve, LE POINT. 

Enfim, L'OBS, destaca uma longa entrevista com o advogado Éric Dupond-Moretti, que denuncia uma sociedade super-moralizadora que conduz à radicalização dos espíritos. Estamos na verdade com as mãos atadas pelo politicamente correcto, como diz o advogado, Moretti, nas vestes de procurador? Sim, responde a maioria dos franceses numa sondagem feita para 'L'OBS.

Em particular os jovens que dizem sentir isso na pele, mas dizem também estarem chocados com certos comportamentos na sociedade. Paradoxo? Não é bem assim, porque esta nova geração nascida com as redes sociais testa uma nova liberdade mas também está a pesar todos os seus riscos, acrescenta, L'OBS.


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