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Velocidade nas estradas mais uma reforma de Macron contestada

Velocidade nas estradas mais uma reforma de Macron contestada
 
Primeiras páginas dos jornais franceses de 11 de fevereiro de 2019 RFI

As primeira páginas dos jornais franceses apresentam-se dominadas pela actualidade francesa. 

LE FIGARO, titula Macron face à tentação da campanha permanente. Protagonizando duas reuniões por semana no quadro do grande debate, o chefe de estado lançou-se, segundo os seus opositores, numa campanha eleitoral encapotada, no quadro das eleições europeias de maio.

Por seu lado, LIBÉRATION, titula, desautorizado, o ministro da educação, Jean Michel Blanquier, entra na fila. Numa altura em que chega ao parlamento o diploma a favor duma escola de confinaça, novas formas de contestação emergem no mundo do ensino.

Três pontos do seu projecto são contestados. A passagem de 6 anos de escola obrigatória para 3 anos, o que é considerado uma prenda ao privado; a criação de um conselho de avaliação das escolas e o dever de exemplaridade que muito sindicatos vêm como uma estratégia de controlar o discurso dos professores, acrescenta, LIBÉRATION.

Justiça na hora do #MeToo, titula LHUMANITÉ. A dirigente ecologista, Cécile Duflot, denuncia difamação e processos de violência sexista, contra aqueles, sobretudo, no mundo politico, que sempre souberam de agressões feitas a mulheres.

Duflot confidenciava a uma das queixosas: "as mulheres que testemunham aos microfones dos jornalistas tiveram uma coragem excepcional, à medida também daquela da nossa cobardia", cita L’HUMANITÉ.

80 Km/hora soluções dos eleitos, titula LE CROIX. Uma reportagem feita em Loire et Cher no centro do país, dá conta de propostas que já estão prontas para dar uma mãozinha à limitação de velocidade nas estradas tão contestada. 

Já se esta em marcha atrás, nesta matéria, e os departamentos querem que se volte à medida anterior, quer dizer 90 km/hora, nas estradas nacionais, nota LA CROIX.

Mudando de assunto, sobre a actualidade internacional, nomeadamente, africana, LE MONDE, faz o seu principal título com Argélia: Bouteflika volta a candidatar-se à liderança de um país que perdeu as suas ilusões.

O presidente cessante, que não discursou em público desde 2012, anunciou num comunicado no dia 10 de fevereiro que é candidato a um quinto mandato presidencial.

Esta candidatura sem surpresas de Bouteflika ilustra as divisões das facções, no poder, incapazes de propor um sucessor com credibilidade. Excluída da vida política, confrontada com a crise económica no dia-a-dia a população não dissimula a sua raiva, nota LE MONDE.

No internacional, o mesmo vespertino destaca Espanha que julga os chefes independentes catalães. Uma ddezena de dirigentes comparece perante o Supremo Tribunal de Madrid por incitação à revolta. É sem dúvida o julgamento mais importante que a Espanha enfrenta desde a transição democrática segundo as palavras do Ex-presidente do Supremo, Carlos Lesmes, em declarações a jornalistas internacionais.

Enfim, LE FIGARO, dá relevo à Venezuela, onde há um braço-de-ferro em torno da ajuda humanitária. Nicolas Maduro recusa deixar entrar no país ajuda alimentar pedida pelo presidente interino Juan Guaidó. A Venezuela não vai tolerar a comédia duma pretendida ajuda humanitária pois não somos mendigos.

Guaidó, exorta, por seu lado, os militares e todos os políticos da direita e da esquerda, a contribuir para que haja um corredor humnaitário para ajudar os venezuelanos que necessitam urgentemente dessa ajuda humanitária. Ter um comportamento diferente das forças armadas não passará de um crime contra a humanidade, afirma, Guaidó, citado por LE FIGARO.


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