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Parlamento britânico bloqueia estratégia de Boris Johnson sobre Brexit

Parlamento britânico bloqueia estratégia de Boris Johnson sobre Brexit
 
Primeiras páginas dos jornais franceses 05 de setembro de 2019 RFI

As primeiras páginas dos jornais franceses continuam a estar dominadas por questões sociais em França e pela crise política no Reino Unido.

Brexit: estratégia comprometida de Boris Johnson, titula, LE MONDE. O primeiro ministro britânico voltou a ser derrotado ontem na Câmara dos Comuns de Westminster. Os parlamentares adoptaram maioritariamente a lei que o obriga a pedir um adiamento do Brexit a Bruxelas para evitar uma saída sem negociação no dia 31 de outubro.

A Câmara dos Lordes deve também pronunciar-se rapidamente sobre o mesmo texto, antes da suspensão da sessão do Parlamento, na próxima semana. Johnson perdeu a sua maioria e entre os 21 deputados rebeldes expulsos do partido, figura o neto de Churchill, nota, LE MONDE.

Brexit: Boris Johnson, encurralado no Parlamento, replica, LE FIGARO. Determinado a fazer sair o seu país da União Europeia, a 31 de outubro, mesmo sem acordo de divórcio, o primeiro ministro britânico sofreu uma nova derrota ontem à noite, na Câmara dos Comuns. O Parlamento impos-lhe reclamar à União europeia um novo adiamento do Brexit até 31 de janeiro de 2020 a fim de evitar um Brexit sem acordo.

Mas Bruxelas já alertou para o risco que há de facto de haver uma saída sem acordo do Reino Unido. Os europeus continuam imperturbavelmente os seus preparativos com vista a um Brexit sem acordo para 31 de outubro. E dizem-no, pois, à medida que aumenta a probabilidade de um "no deal", está fora de questão fazer crer aos britânicos que a União europeia possa flectir a sua posição e fazer um volte face. Isto quer dizer que o braço de ferro continua dos dois lados, nota, LE FIGARO.

Mudando de assunto, por cá em França, LE FIGARO, titula, pensões de reforma: Macron temporaliza. Após 18 meses de concertação, Édouard Philippe, lança hoje uma segunda ronda de consulta recebendo os parceiros sociais, com o objectivo de fixar o calendário e o método a ser adoptado. 

Estes encontros são o prelúdio a uma grande concertação cidadã desejada por Macron a fim de obter a uma adesão mais larga possivel desta reforma sensível, nota, LE FIGARO.

Pensões, começa o mais duro, replica, em título, LA CROIX. Apenas um terço dos franceses confia na capacidade do governo ter um bom desempenho nesta reforma. Pensões, os apontados são todos privilegiados e todos perdem?

Interrogados sobre pistas as seguir são 41% dos franceses a dizer que não é necessário fazer esta reforma das pensões, 36% defendem um aumento da duração das cotizações e apenas 7% dos franceses defendem uma baixa nas pensões dos futuros aposentados.

Sobre a arbritragem do sistema, 66% dos franceses consideram que é necessária uma harmonização  dos diferentes regimes de pensões com o objectivo de ter um único sistema em nome da igualdade entre os que descontam para a sua pensão de aposentadoria, acrescenta, LA CROIX.

Redução das pensões, o duplo organismo, Agirc-Arco, que se ocupa da questão, dá o tom, replica, L'HUMANITÉ. A reforma do novo ministro sem pasta Delevoye agora chamado para o governo inspira-se do sistema de pontos complementares que degradou o nível das pensões. Na prática, por cada 100 euros que o francês desconta recebe 5 euros e 50 cêntimos no quadro da sua pensão, nota L'HUMANITÉ.

Por seu lado, LIBÉRATION, titula, o Ovni Villani. A batalha de Paris será fratricida para o partido presidencial, EMm Marcha. O matemático oficializou ontem a sua candidatura à câmara municipal de Paris, apesar da investidura macronista de Benjamim Griveaux pelo partido. Ele lança-se num duelo frontal com o candidato investido pelo partido de Macron.

Aposta louca, afirma LIBÉRATION no seu editorial, mas o matemático que é ambicioso e pragmático lança sozinho, com alguns apoios, à conquista da câmara municipal de Paris, provocando o seu mentor Macron que apoiou nas eleições presidenciais, acrescenta, LIBÉRATION.

Em relação à África, LA CROIX, dá relevo a um Moçambique dramático, ilustração de "Laudato si", referência à segunda encíclica do Papa Francisco, que trata da defesa da casa comum ou de justiça e questões ecológica, que assenta que nem uma luva àquele país que viveu recentemente fenómenos climáticos violentos.

É neste contexto dramático que o Papa Francisco está hoje apenas em Maputo, mas certamente que pensará nos sinistrados da Beira, a 1200 km da capital, atingido em 90% pelo ciclone Idai. Depois, o Papa, continuará o seu périplo em África no Madagácar e nas Maurícias, acrescenta, LA CROIX.


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