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Artigo

Berlusconi afirma que vai renunciar depois da aprovação de medidas de austeridade

media Primeiro-ministro italiano, Silvio Berlusconi, afirma que vai renunciar depois de aprovação de medidas de austeridade. EUTERS/Max Rossi

O primeiro-ministro italiano, Silvio Berlusconi, anunciou que vai renunciar depois da adoção, pelo parlamento, das medidas orçamentárias e reformas econômicas prometidas à União Europeia. A declaração foi feita nesta terça-feira, por telefone, a um de seus canais de televisão, confirmando o que já havia sido anunciado pelo presidente Giorgio Napolitano em comunicado

Silvio Berlusconi explicou que decidiu pedir demissão porque o “importante é fazer o que é melhor para o país”. “Nós atravessamos um contexto difícil no que diz respeito aos mercados. A Europa nos pediu medidas que devem sustentar nossa economia e que devem ser aprovadas”, admitiu o premiê italiano.

O governo conseguiu adotar na Câmara, nesta terça-feira, o balanço do orçamento de 2010 do Estado italiano somente graças à abstenção da oposição, mas não conseguiu a maioria absoluta. Berlusconi reconheceu que deveria pedir demissão porque o governo não tem mais a maioria que achava ter.

As medidas prometidas à União Europeia, emendadas à lei de finanças de 2012, serão submetidas à votação no Senado no dia 18 de novembro e na Câmara dos deputados, antes do fim do mês, segundo o calendário atual.

Depois da adoção das medidas, Berlusconi entregará seu mandato e o presidente Giorgio Napolitano consultará todos os partidos para ver se é possível constituir um governo com uma nova maioria.

O secretário geral do PDL, o partido de Berlusconi, Angelino Alfano, poderia dirigir um executivo ampliado aos centristas. Gianni Letta, braço direito de Berlusconi, e o ex-comissário europeu e economista Mario Monti são também citados para liderar um eventual governo de união nacional, sustentado tanto pela direita quanto pela esquerda.

 

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Lamentamos, mas o prazo para estabelecer a ligação em causa foi ultrapassado.