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Artigo

Relatório aponta aumento do desemprego na União Europeia

media Canteiro de obras em Milão. O setor da construção civil é um dos que mais sofreu cortes de empregos na União Europeia. Reuters

A crise econômica extinguiu seis milhões de empregos na União Européia enquanto somente 1,5 milhões de postos foram criados até meados de 2011. A constatação é de um relatório sobre o emprego e o desenvolvimento social publicado pela Comissão Europeia.

Segundo o jornal Les Echos desta terça-feira, a mais importante entre as observações do documento é a da destruição massiva de empregos remunerados com salários médios no setor da indústria manufatureira e da construção. A desaparição desses empregos teria aumentado a polarização entre os salários e dificultado o acesso aos empregos bem remunerados, que exigem uma melhor formação.

A população de trabalhadores pobres também aumentou. A Comissão européia acredita que o número de europeus expostos ao risco de pobreza e de exclusão social chegou a 114 milhões em 2009, quase um quarto da população da União Europeia.

O país mais exposto, segundo o relatório, é a Bulgária, com 40% de sua população entre 16 e 64 anos em risco de pobreza e exclusão social, seguida da Romênia, com 39% e da Lituânia, com 33%. A República Tcheca, a Noruega e a Suécia seriam os menos expostos com menos de 15% de sua população em risco.

O relatório também destaca o impacto das migrações dentro do bloco na redefinição do mercado de trabalho na Europa. A entrada de novos membros na União Europeia fez com que a mobilidade dos trabalhadores aumentasse a partir de 2004. Mas a recessão diminuiu de maneira considerável a migração para países como a Espanha e a Irlanda.

Desemprego na França

O ministro francês do Trabalho, Xavier Bertrand, defendeu nesta terça-feira o abrandamento das leis trabalhistas para lutar contra o desemprego, depois da divulgação ontem de novos números negativos sobre o desemprego na França.

Dois milhões e 800 mil franceses estão sem trabalho, o maior índice dos últimos 12 anos. Bertrand deseja acelerar a competitividade para aumentar os postos no país, mas descarta modificar a legislação sobre o regime de 35 horas semanais de trabalho na França.
 

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Lamentamos, mas o prazo para estabelecer a ligação em causa foi ultrapassado.