Ouvir Carregar Podcast
  • 16h00 - 16h10 TMG
    Noticiário 16/09 16h00 GMT
  • 16h00 - 16h06 TMG
    Noticiário 15/09 16h00 GMT
  • 16h06 - 16h30 TMG
    Segunda parte da emissão 15/09 16h06 GMT
  • 16h10 - 16h30 TMG
    Segunda parte da emissão 16/09 16h10 GMT
  • 17h00 - 17h10 TMG
    Noticiário 16/09 17h00 GMT
  • 17h00 - 17h06 TMG
    Noticiário 15/09 17h00 GMT
  • 17h06 - 17h30 TMG
    Segunda parte da emissão 15/09 17h06 GMT
  • 17h10 - 17h30 TMG
    Segunda parte da emissão 16/09 17h10 GMT
  • 18h00 - 18h10 TMG
    Noticiário 16/09 18h00 GMT
  • 18h00 - 18h06 TMG
    Noticiário 15/09 18h00 GMT
  • 18h06 - 18h30 TMG
    Segunda parte da emissão 15/09 18h06 GMT
  • 18h10 - 18h30 TMG
    Segunda parte da emissão 16/09 18h10 GMT
  • 19h00 - 19h10 TMG
    Noticiário 16/09 19h00 GMT
  • 19h00 - 19h06 TMG
    Noticiário 15/09 19h00 GMT
  • 19h06 - 19h30 TMG
    Segunda parte da emissão 15/09 19h06 GMT
  • 19h10 - 19h30 TMG
    Segunda parte da emissão 16/09 19h10 GMT
Para aproveitar em pleno os conteúdos mutimedia, deve ter o plugin Flash instalado no seu navegador. Para estabelecer a ligação deve activar os cookies nos parâmetros do seu navegador. Para poder navegar de forma ideal o site da RFI é compatível com os seguintes navegadores: Internet Explorer 8 e +, Firefox 10 e +, Safari 3 e +, Chrome 17 e + etc.
Artigo

Indicadores sociais do Brasil ainda são medíocres apesar de sua posição econômica, diz Les Echos

media Jornais franceses desta trazem análise do primeiro ano do governo Dilma Rousseff. REUTERS/Paulo Whitaker

O principal jornal econômico da França, Les Echos, traz em sua edição desta quarta-feira um balanço dos avanços econômicos e sociais do Brasil, elevado à posição de sexta maior economia do mundo. O diário cita o ranking das grandes potências mundiais publicado na segunda-feira pelo instituto de pesquisa britânico CEBR.

O correspondente do Les Echos em São Paulo, Thierry Ogier, explica que o Brasil conseguiu ultrapassar o Reino Unido, que desceu para o sétimo lugar, graças aos avanços das exportações de matérias-primas e à nova ordem econômica mundial surgida com a crise financeira de 2008. Os Estados Unidos continuam no topo na lista, seguidos da China e do Japão. Em quarto lugar está a Alemanha e em quinto, a França.

O Brasil está em uma boa fase, diz o jornalista, mas em 2020 deverá perder posições para a Rússia e a Índia, indica o estudo britânico. A reportagem começa exaltando o peso da economia brasileira, equivalente a 2,5 bilhões de dólares. Na segunda metade do texto, as críticas são numerosas.

O jornal chama de medíocres os indicadores sociais brasileiros e lembra que, em termos de renda salarial média por habitante, o país ocupa apenas o quinquagésimo lugar.

"Mesmo que o desemprego tenha diminuído e o consumo aumentado, as condições de vida de uma grande parte dos brasileiros ainda são precárias e a pobreza atinge 11,5% da população", escreve o correspondente. A reportagem termina lembrando que a presidente Dilma Rousseff, que conclui o primeiro ano de mandato com uma popularidade recorde, prometeu justamente erradicar a pobreza extrema.

Outro assunto de destaque na imprensa francesa é o escândalo das próteses mamárias de silicone defeituoso da marca PIP utilizadas por 300 mil mulheres no mundo. Les Echos conta que as preocupações aumentam nos Estados Unidos. A empresa foi proibida de vender seus implantes no país em 2000, mas as notícias recentes de que mulheres na França podem ter morrido de câncer por causa do rompimento deste silicone industrial amedrontam as americanas.

O jornal Libération traz hoje a foto de Jean-Claude Mas, fundador da fábrica PIP em 1991, e afirma que a Justiça francesa não deve demorar a convocá-lo para dar explicações.
 

 
Lamentamos, mas o prazo para estabelecer a ligação em causa foi ultrapassado.