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Mundo

Rússia e China vetam resolução do Conselho de Segurança sobre a Síria

media Voto no Conselho de Segurança da ONU nesta quinta-feira. Rússia e China utilizaram seu direito a veto, impedindo novas sanções à Síria. AFP PHOTO DON EMMERT

A Rússia e a China utilizaram nesta quinta-feira seu direito a veto no Conselho de Segurança da ONU, contra uma resolução que ameaçava o governo sírio com sanções. A decisão foi fortemente criticada pela Europa e pelos Estados Unidos. Esta é a terceira vez em nove meses que a Rússia e a China utilizaram o direito a veto como membros permanentes do Conselho para bloquear resoluções contra Damasco.

Entre os 15 países-membro, a resolução, apresentada pela França, Estados Unidos, Alemanha, Portugal e Reino Unido, recebeu 11 votos a favor, dois contra e duas abstenções do Paquistão e da África do Sul.

A Casa Branca considerou que a missão do enviado especial da ONU e da Liga Árabe para a Síria, Kofi Annan, “não pode continuar” depois do veto. O porta-voz do governo americano, Jay Carney, qualificou de “muito lamentável” a decisão da Rússia e da China.

Annan reconheceu estar “decepcionado de que neste ponto crítico, o Conselho de Segurança não possa se unir e adotar uma ação conjunta”, informou sua porta-voz Ahmad Fawzi.

A embaixadora dos Estados Unidos na ONU, Susan Rice, afirmou que o Conselho tinha “fracassado totalmente” na Síria. “Intensificaremos nosso trabalho com um amplo grupo de aliados fora do Conselho de Segurança para pressionar mais o regime do presidente Bashar al-Assad e para ajudar os que necessitam”, anunciou.

“A Rússia só quer dar mais tempo para o regime sírio acabar com a oposição” disse o representante da França, Gérard Araud. “Para Moscou e Pequim, parece que somos muito duros com os ditadores sanguinários”, completou.

Moscou se defendeu alegando que a resolução abria uma “via para pressionar com sanções e logo para um envolvimento militar externo em assuntos internos sírios”, afirmou o embaixador russo Vitaly Churkin.

O projeto de resolução ocidental propunha sanções econômicas contra Damasco se as forças militares seguissem utilizando armas pesadas contra a oposição nos próximos 10 dias depois de ser aprovado. Também prolongava por 45 dias o mandato de missão dos 300 observadores da ONU na Síria, que termina na sexta-feira.

Violência

O veto do Conselho coincide com a escalada da violência dos combates entre o Exército e a oposição armada em Damasco. Centenas de pessoas fugiram de suas casas na capital. De acordo com o Observatório Sírio dos Direitos Humanos, 248 pessoas morreram em todo o país nesta quinta-feira.

Os opositores sírios anunciaram na noite de hoje, que dominaram todos os postos de controle na fronteira com o Iraque e de um posto na fronteira com a Turquia.

 

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