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Artigo

Riscos das pílulas de 3ª e 4ª geração divide opinião de especialistas

media DR

Como tem feito nos últimos dias, a imprensa francesa dá amplo destaque à polêmica envolvendo as pílulas anticoncepcionais de 3ª e 4ª geração, que estão no centro de denúncias na justiça na França e nos Estados Unidos devido a efeitos colaterais danosos à saúde de algumas mulheres.

A polêmica veio à tona em meados de dezembro, quando uma jovem moradora da cidade de Bordeaux, Marion Larat, de 25 anos, entrou com uma ação na justiça contra o laboratório Bayer, fabricante de uma dessas pílulas, que ela acredita lhe ter provocado um derrame cerebral.

O diário Aujourd'hui en France questiona em manchete se é preciso ter medo desses anticoncepcionais, alertando seus leitores que dezenas de processos estão sendo abertos na justiça francesa após a constatação de casos de embolia pulmonar, trombose e outros problemas cardiovasculares em jovens que tomaram esses medicamentos. Os anticoncepcionais são produzidos, em sua maioria, com estrogênio e progesterona sintéticos. O que muda entre as pílulas existentes no mercado é a dosagem desses hormônios sintéticos, que pode assumir variados e complicados nomes, como gestodeno, drospirenona, ciproterona, levonorgestrel, desogestrel e clormadinona.

Por medida de precaução, o sistema público de saúde francês decidiu suspender o reembolso e a distribuição dessas pílulas a partir de 31 de março. Segundo o Aujourd'hui en France, atualmente 1,7 milhão de mulheres francesas utilizam as chamadas pílulas de 3ª e 4ª geração.

Em primeira página, o jornal progressista Libération afirma que a pílula anticoncepcional sempre apresentou riscos à saúde das mulheres, sendo que os benefícios são ainda maiores e louváveis. Os riscos são raros mas reais, escreve o Libération, alertando para o perigo de demonização dos anticoncepcionais em geral. Suspender o tratamento sem uma avaliação médica responsável e individualizada também oferece riscos à saúde das mulheres, como uma gravidez indesejada e o aumento do número de abortos.
 

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Lamentamos, mas o prazo para estabelecer a ligação em causa foi ultrapassado.