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Artigo

Jornais enfatizam valor estratégico da Crimeia para a Rússia

media Homens armados patrulham perto do parlamento regional de Simferopol, na Crimeia, neste sábado (1). REUTERS/David Mdzinarishvili

O aumento da tensão na Crimeia ocupa as primeiras páginas dos jornais franceses deste sábado (1), que também se interessam pelas negociações do pacto de responsabilidade lançado pelo presidente François Hollande como solução para aumentar a competitividade da França.

"Crimeia: a ameaça russa" é a manchete de hoje do Libération. O jornal progressista informa que o novo poder ucraniano acusa Moscou de ter enviado milhares de soldados a Simferopol, capital dessa república autônoma.

Em seu editorial, Libération lembra que a Crimeia é um pequeno território, mas tem um enorme valor estratégico, histórico e cultural. "Trata-se da abertura para o mar Negro da imensa Rússia e da pequena Ucrânia, da região ex-soviética mais povoada por russos fora da Rússia e do lugar de férias favorito de artistas e intelectuais, mas também das autoridades soviéticas", escreve o jornal.

Libération aponta que é lá que fica Yalta, onde aconteceu a conferência que selou o fim da Segunda Guerra Mundial. A península também é uma importante base para a frota naval russa.

"Ao enviar militares a locais estratégicos da Crimeia, Vladimir Putin envia uma mensagem clara: ele não vai deixar por isso mesmo", conclui o jornal.

Reação da Casa Branca

Le Monde destaca em sua primeira página a declaração feita na sexta-feira (28) pelo presidente americano. Barack Obama disse que qualquer intervenção militar da Rússia na Ucrânia teria um "custo".

Autoridades da Casa Branca explicam que o presidente dificilmente poderá participar da cúpula do G8 em Sochi, na Rússia, caso Moscou realmente tenha invadido a Crimeia.

Le Figaro dedica uma página de sua edição deste sábado para retraçar a história da Crimeia e enfatizar sua importância geopolítica, e três outras páginas para cobrir os últimos acontecimentos da crise ucraniana.

Pacto de responsabilidade

O jornal conservador destaca em sua manchete o outro grande tema do dia: o pacto de responsabilidade anunciado há dois meses pelo presidente da França, François Hollande.

Nesta sexta-feira houve a primeira reunião entre o patronato e os sindicatos para discutir sobre a contrapartida das empresas à redução anunciada dos encargos sociais. O objetivo desse pacto é melhorar a competitividade das empresas francesas.

Le Figaro diz que o projeto continua em ponto morto. Em seu editorial, o diário afirma que esse pacto de responsabilidade é "uma fórmula pomposa mas vazia para enfeitar uma mínima redução do custo do trabalho, que se tornou caro demais na França".

O jornal lamenta que o país continue tendo "as empresas menos rentáveis da Europa, falências em série e taxa de desemprego recorde".

Embora seja mais otimista, Le Monde também considera que é urgente acelerar as reformas. Em seu editorial, o jornal lamenta que a França não tenha uma "cultura do compromisso social" e afirma que o patronato, os sindicatos e o governo "têm uma imperiosa obrigação de mostrar resultados".

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Lamentamos, mas o prazo para estabelecer a ligação em causa foi ultrapassado.