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Polícia de Hong Kong é alvo de críticas após espancamento de manifestantes

media Forças de segurança removeram barricadas instaladas em uma importante avenida próxima à sede do governo em Hong Kong. REUTERS/Stringer

A polícia de Hong Kong sofreu duras críticas nesta quarta-feira (15), após a madrugada mais violenta desde o início dos protestos, há quase vinte dias. Um vídeo divulgado hoje mostra os policiais protagonizando cenas de barbárie, entre elas, o espancamento de um jovem, que chocou as autoridades da antiga colônia britânica.

A ministra da Segurança de Hong Kong, Lai Tung-kwok, anunciou a abertura de uma investigação “imparcial” para apurar o caso. De acordo com ela, os policiais que atacaram o jovem foram afastados de suas funções.

As violências começaram quando as forças do governo tentaram remover as barricadas recém-instaladas pelos militantes em uma importante avenida próxima à sede do governo. Os manifestantes, que ficaram célebres pelos protestos pacíficos, reagiram contra a polícia, que respondeu com golpes de cassetete e gás de pimenta.

Violência desproporcional

Após o confronto, as autoridades anunciaram a detenção de 45 homens e oito mulheres. Vários manifestantes e policiais ficaram feridos. Jornalistas que cobriam a manifestação também relataram a violência desproporcional dos policiais.

A organização Anistia Internacional condenou a ação e pediu que os responsáveis pelas violências sejam punidos. “É nojento pensar que há policiais que acham que estão acima das leis”, disse a diretora do escritório da organização em Hong Kong, Mabel Au. “As pessoas envolvidas devem ser julgadas”, reiterou.

Revolução dos Guarda-chuvas

As barricadas da Revolução dos Guardas-chuvas, como o movimento ficou conhecido, bloqueiam as principais ruas de Hong Kong desde o dia 28 de setembro. Os habitantes deste território sob a tutela da China apoiaram inicialmente a mobilização, mas passaram a criticá-la devido às perturbações no trânsito, nos transportes, ao fechamento das escolas e dos comércios.

Nos últimos dias, foram registrados confrontos, alguns violentos, entre manifestantes e pessoas que poderiam ser ligadas à máfia chinesa, acusadas de receber o apoio das autoridades de Pequim.

Os militantes exigem da China a realização de eleições livres e democráticas no Executivo de Hong Kong - a votação está prevista para 2017. O governo chinês, no entanto, se recusa a dialogar com os manifestantes, temendo que as reivindicações alcancem outros territórios em conflito com o governo central de Pequim.

Apesar do aumento da tensão, Pequim descarta uma intervenção do exército chinês, possibilidade frequentemente citada pelos manifestantes. “Por enquanto, não existe essa necessidade. A situação está voltando pouco a pouco ao normal”, disse uma autoridade chinesa à Agência France Presse, sob anonimato.

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