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Artigo

Ministra brasileira do Meio Ambiente sai "otimista" de conferência sobre clima

media O presidente francês, François Hollande, durante seu discurso no Diálogo do Clima de Petersburgo, em Berlim. Foto: Reuters

A ministra do Meio Ambiente do Brasil, Izabella Teixeira, qualificou de “positivo” o resultado do 6° Diálogo do Clima de Petersburgo, que durante dois dias reuniu, em Berlim, representantes de 35 países. Em entrevista a Rádio França Internacional, a ministra garantiu que os participantes do evento cobraram “ambição” e “nada de retrocesso” sobre as mudanças climáticas.

Galton Sé, de Berlim, especial para a Rádio França Internacional,

O encontro na capital alemã foi considerado um momento decisivo para diplomacia climática internacional, já que faz parte das reuniões preparatórias para a grande Conferência sobre o Clima da ONU, a COP 21, que será realizada em dezembro deste ano, em Paris. O evento deverá definir novas regras para combater as mudanças climáticas do planeta.

“Eu fiquei positivamente surpresa com uma posição, acho que geral, de todo mundo ter ambição para avançar",  afirmou a ministra.  Segundo ela, ninguém se mostrou disposto em retroceder em pontos que já haviam avançado. 

Em seu discurso, Izabella Teixeira defendeu que a transferência de tecnologias de países avançados para as nações pobres ou em desenvolvimento tenham uma contrapartida compatível com o que elas possam oferecer.  A ministra cobrou ainda a concretização do fundo de financiamento do clima, estimado em US$ 100 bilhões.

“A discussão é dinheiro público e dinheiro privado. Isso foi enfatizado pelos americanos, pelos alemães, pelos franceses, mostrando que esse caminho tem que ser. Não dá pra chegar em Paris sem a construção dos US$ 100 bilhões, sem afirmar efetivamente como isso vai acontecer”, explicou.

Muitos dos 35 ministros e chefes de Estados reunidos em Berlim mostraram preocupação sobre o possível acordo em Paris. Apesar dos esforços de muitos países em reduzir a emissão de gás carbônico, o resultado pode não ser suficiente para impedir que a temperatura média global ultrapasse 2°C até 2100.

A anfitriã do 6° “Diálogo do Clima de Petersburgo”, Angela Merkel, afirmou que para obter um resultado positivo, “é justo que os países mais desenvolvidos ajudem os menos desenvolvidos, já que as nações industrializadas foram as que mais contribuíram negativamente com a emissão de gases do efeito estufa no passado”.

Manifestantes fazem protesto do lado de fora do evento sobre o clima, em Berlim. Foto: Galton Sé

O governo alemão anunciou que pretende dobrar, de € 2 bilhões para € 4 bilhões por ano, a ajuda financeira para combater os efeitos das mudanças climáticas até 2020.

Presente no encontro, o presidente francês, François Hollande, cobrou que os países publiquem o quanto antes a quantidade de gás carbônico que vão deixar de produzir e chamou de “urgente” a realidade climática mundial.

“Temos que nos mobilizar, vamos agir, é urgente. Isto também é do nosso interesse porque a mudança climática não é apenas uma ameaça, é também uma oportunidade para inventar um modelo diferente de desenvolvimento”, defendeu o francês.

A ministra brasileira do Meio Ambiente do Brasil afirmou que só deve divulgar os dados de emissão de gases do efeito estufa do país depois de junho.

Protestos

Do lado de fora do evento, organizações não governamentais pró-meio ambiente fizeram protestos. Carregando máscaras com imagens dos principais líderes mundiais, os ambientalistas gritavam: “Proteja o clima, pare de usar carvão.”

 

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Lamentamos, mas o prazo para estabelecer a ligação em causa foi ultrapassado.