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Guiné-Bissau

Dissidente do PAIGC quer enterrar machado de guerra

media Imagem de Arquivo. SEYLLOU SEYLLOU / AFP

O grupo dos 15 deputados expulsos do PAIGC organizou um encontro para pensar o futuro do partido histórico da Guiné-Bissau. Rui Diã de Sousa, antigo ministro e um dos 15 deputados dissidentes, defende que é altura de “enterrar o machado de guerra” e unir o partido.

O grupo dos 15 deputados expulsos do PAIGC organizou um encontro, que começou no domingo e termina esta terça-feira, sob o lema "reflexão para salvação do PAIGC de Amílcar Cabral", o fundador do partido e pai das independências da Guiné-Bissau e Cabo Verde.

O encontro acontece depois de o PAIGC ter organizado a sua Universidade de Verão e de estar a preparar as comemorações de mais um aniversário do partido em Gabu, esta terça-feira.

A reunião, numa unidade hoteleira de Bissau, é palco para uma discussão dos estatutos do PAIGC e também uma ocasião para os militantes, de costas voltadas com a atual direcção, esgrimirem argumentos.

Exprimindo-se em crioulo, Rui Diã de Sousa, antigo ministro e um dos 15 deputados dissidentes, disse que o momento não é mais de troca de acusações sobre quem realmente fomentou a crise no seio do PAIGC: se os 15 deputados ou se a direcção liderada por Domingos Simões Pereira.

Diã de Sousa afirmou que a hora é de reunificar o partido e de prepará-lo para os próximos embates eleitorais.

O responsável disse, ainda, que o melhor a ser feito neste momento é que as duas partes em disputa enterrem o machado de guerra, promovam um diálogo franco, com paciência e tolerância.

Rui Diã de Sousa sublinhou que se persistir a guerra no seio do PAIGC, o mais certo é o partido ir irremediavelmente parar à oposição nas próximas eleições de 2018.

Oiça aqui a reportagem de Mussá Baldé, correspondente em Bissau.

Correspondência da Guiné-Bissau 18/09/2017 ouvir

 

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