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Guiné-Bissau

Guiné-Bissau homenageada em álbum e concerto em França

media Capa de "Adoro viajar" da franco-guineense Zalyka Divulgação

A guineense Zalyka sobe ao palco esta noite em Paris da Sala Le Zèbre de Belleville para promover o seu álbum "Adoro viajar". Trata-se do segundo trabalho discográfico de uma voz, nascida em França, com uma trajectória incluindo o gospel, a soul e o jazz.

"Esta é a nossa pátria bem amada", o hino da Guiné-Bissau, composto por Amílcar Cabral, ideólogo das independências deste país e também de Cabo Verde, merece aqui uma interpretação lembrando o soul e o gospel, ritmos que têm marcado a carreira de Zalyka.

Uma artista nascida em Elbeuf, na Normandia, norte da França, mas com forte apego à terra dos seus pais.

"Não nasci lá, mas o meu coração vive lá: pátria dos meus pais", canta ela neste álbum.

Zalyka é, contudo, um nome suaíli, que significa "bem nascida" para uma artista cujo primeiro trabalho discográfico "Follow your dreams", saído em 2009, incluíra já uma versão de "Apili".

O célebre clássico, do já desaparecido José Carlos Schwarz, fora interpretado por Zalyka com a colaboração de Lulendo, artista angolano radicado em França.

Um trabalho que incluía também uma versão de "Talking about a revolution" da norte-americana Tracy Chapman.

"Adoro viajar" inclui também "Você pode ser", músicas em português, mas também em manjaco, idioma que aprendeu em casa com os seus pais, para além do crioulo, francês e inglês.

Sidónio Pais, outro músico da Guiné-Bissau radicado em França, colaborou também neste álbum composto por onze faixas musicais, uma viagem através de sonoridades como a soul, o gospel, a rumba ou o jazz.

Em declarações à RFI Zalyka enfatizou que este álbum fora projectado em jeito de homenagem à Guiné-Bissau.

Zalyka, artista da Guiné-Bissau 06/10/2017 ouvir

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