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Guiné-Bissau

Guiné-Bissau: mais mulheres na política

media Assembleia Nacional Popular. 9 de Maio de 2017. SEYLLOU / AFP

A presidente da plataforma política das mulheres da Guiné-Bissau, Silvina Tavares, depositou hoje no Parlamento, uma proposta de lei para obrigar aos partidos a fixarem uma quota para as mulheres nas listas de candidatos a deputados.

Silvana Tavares quer pelo menos listas preenchidas com 40% de mulheres candidatas a deputadas ao parlamento.

O presidente do Parlamento, Cipriano Cassamá, concorda com a ideia, mas realçou que a decisão cabe aos partidos.

Cansadas de esperar que os homens tomem medidas concretas, as mulheres guineenses decidiram avançar com um anteprojeto de lei que querem ver aprovada pelo parlamento e que vai impor aos partidos políticos uma quota de pelo menos 40% de candidatas a deputados já a partir das eleições de 18 de novembro.

A presidente da plataforma política das mulheres, Silvina Tavares entregou pessoalmente ao líder do parlamento, Cipriano Cassamá, a proposta de lei e espera que o documento seja incluído nos temas que vão ser debatidos na sessão plenária do parlamento que arranca na segunda-feira.

"Nós fazemos fé que isso vai ter uma viragem na paz, que esse documento entregue vai ser agendado, discutido e aprovado. São exigências para a participação das mulheres, para termos mais mulheres na política, para termos 40% das mulheres em cada partido político como candidatas e na cabeça de lista. Isso pode reflectir não só no parlamento, como na governação ou na administração pública", explicou.

As mulheres representam 52% da população guineense, mas têm tido pouca presença nas tomadas de decisões do país. Dos 102 deputados no atual parlamento, apenas 14 são do sexo feminino. Aquando das primeiras eleições multipartidárias, 1994, o parlamento guineense chegou a ter 30 deputadas.

A presidente da plataforma política das mulheres, Silvina Tavares e a líder da rede das mulheres parlamentares, Suzy Barbosa, acreditam que a Guiné-Bissau seria outra se houvesse mais mulheres na vida política e pública.

Ou seja, mesmo sendo a maioria da população, apenas 10% das mulheres tem participação na política e apenas 25% ocupam cargos na administração pública.

Correspondência de Mussá Baldé 19/07/2018 ouvir

 

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