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Moçambique

Trabalhadores da EMATUM protestam salários em atraso

media

Cerca de trinta trabalhadores da empresa moçambicana de atum- EMATUM-  protestam os três meses de salário em atraso. Os funcionários dizem que a empresa está parada há um ano e receiam que possa fechar as portas. A EMATUM é uma das três empresas que deverão ser alvo de uma auditoria para o esclarecimento das dívidas ocultas.

Como forma de protesto, cerca de trinta funcionários concentram-se em frente às instalações da empresa EMATUM para pressionar a instituição a pagar os três meses de salário que têm em atraso.

"Os nossos contratos são para recebermos a a partir do dia 25. Já é o terceiro mês", disse um dos marinheiros.

Os trabalhadores receiam que a empresa possa fechar as portas, uma vez que os vinte e quatro barcos, encomendados ao estaleiro francês CMN-Construções Mecânicas da Normandia do empresário franco-libanês, Iskandar Safa, estão parados há um ano.

"Não estou a trabalhar, porque o meu contrato é marítimo. É no mar que eu devo estar trabalhar e não aqui em terra a guarnecer os 24 barcos ali parados", acrescentou um marinheiro.

Sem sucesso, a RFI tentou ouvir a direcção da EMATUM, empresa que a par da MAM e da PROINDICUS beneficiou de um empréstimo de 350 milhões de dólares com o aval do Estado.

A EMATUM é uma das três empresas que deverão ser alvo da auditoria internacional e independente para o esclarecimento das dívidas ocultas que mergulharam Moçambique na actual crise financeira e que levaram o FMI a suspender as ajudas ao país.

No passado dia 22 de Setembro uma equipa do Fundo Monetário Internacional esteve em Maputo para avaliar os progressos económicos e financeiros do país no seguimento da crise da dívida. O representante do FMI reconheceu que, no curto-prazo, o país vai continuar a enfrentar tempos difíceis, todavia afirmou que o governo está a tomar medidas apropriadas no plano orçamental e monetário.

Correspondência de Orfeu Lisboa 07/10/2016 ouvir

 

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