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Moçambique

2 mortos em manifestações contra vampiros em Moçambique

media 2 pessoas morreram em desacatos no distrito de Gilé, na província da Zambézia, no centro de Moçambique. Wikipédia

Uma manifestação de protesto contra a alegada presença de "vampiros" resvalou para confrontos com a polícia dos quais resultaram dois mortos no distrito de Gilé na província da Zambézia no centro de Moçambique. De acordo com a imprensa moçambicana, as duas vítimas mortais seriam duas crianças, alvejadas por balas perdidas de agentes policiais.

Na madrugada desta Quinta-feira, habitantes dessa zona protagonizaram uma revolta motivada pelo boato de que as autoridades locais estariam a proteger "chupa sangues", uma crença recorrente em algumas localidades do país. Desta revolta que causou dois mortos, resultaram igualmente a vandalização de infra-estruturas bem como o incêndio da residência do administrador que acabou por ter de ser transferido para um distrito vizinho por motivos de segurança. Um dia depois dos acontecimentos, "a situação mantêm-se tensa", diz o governador da província, Abdul Razak.

A polícia por sua vez deu conta ontem da sua exasperação em conferência de imprensa ontem. "Estas situações de desordem, desrespeito, manifestações ilegais e afronta às instituições de soberania é um processo que desencorajamos e, desde já, a PRM não vai tolerar", declarou Inácio Dina, porta-voz do comando-geral da Polícia referindo-se a este incidente mas igualmente a outros ocorridos noutros pontos do país nos últimos dias.

Um desses confrontos deu-se em Memba, na província de Nampula, no norte de Moçambique, onde populares marcharam para protestar contra a libertação de indivíduos que acusavam de espalhar a cólera. Outro incidente, ocorrido no passado dia 2 de Outubro, resultou na morte de 4 civis igualmente durante desacatos com a polícia em Mandimba, na província de Niassa. "São actos de selvajaria" em que populares atacam as forças policiais "com armas de fogo, armas brancas e pedras" acrescentou Inácio Dina ao prometer que estes actos serão reprimidos "de forma enérgica, com violência" e que serão perseguidos "os autores da desinformação" por detrás dos desacatos. Mais pormenores com Orfeu Lisboa.

Orfeu Lisboa, correspondente da RFI em Maputo 20/10/2017 ouvir

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