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Moçambique

Lepra aumenta em Moçambique

media Mycobacterium leprae, la bactérie de la lèpre vue au microscope. Mycobacterium leprae, a bactéria da lepra vista no microscópio. Wikimedia

Neste dia internacional de combate à lepra, as autoridades moçambicanas deram conta de um aumento do número de casos no país, depois de ter declarado em 2008 que Moçambique estava doravante livre da doença, conforme os critérios definidos pela OMS segundo os quais se considera uma doença eliminada a partir do momento em que se registe menos de um caso por cada 10 mil habitantes.

A lepra que no começo dos anos 2000 afectava cerca de 5.000 pessoas em Moçambique foi diminuindo até chegar a níveis muito baixos em 2008, altura em que o país declarou ter vencido a doença. De acordo com Francisco Guilengue, director nacional da luta contra lepra no MISAU, "até 2013, existiam algumas bolsas de lepra, estamos a falar de 20 distritos que ainda apresentavam prevalências altas."

Este responsável constata porém que "quando se declarou a sua eliminação, houve redução do apoio dos parceiros" e isto quando, recorda Francisco Guilengue, o país chegou a integrar "um grupo de 17 países onde se notificavam 1.000 a 1.200 casos por ano, no período até 2013-2014".

Agora, nota o director nacional de luta contra lepra, "com a reactivação das actividades nas comunidades com o apoio de organizações não-governamentais e também da sociedade civil a nível das comunidades, tornou-se a registar um aumento das notificações de casos". Segundo Francisco Guilengue, "em 2015, chegamos a cerca de 1.500 pacientes, em 2016 cerca de 1.800, em 2017 foram 1.928 e neste momento estamos com cerca de 2.500 casos registados em 2018."

Francisco Guilengue, director nacional da luta contra a lepra no MISAU, em declarações recolhidas por Orfeu Lisboa 27/01/2019 ouvir

Segundo dados da OMS divulgados em Julho do ano passado, os casos de lepra registaram-se essencialmente nas províncias de Cabo Delgado e Nampula no norte, bem como em Manica, Sofala e Zambézia, no centro do país.

De acordo com cifras oficiais, esta doença milenar ainda está longe de ser vencida, registando-se anualmente 200.000 novos casos em vários pontos do globo, nomeadamente a Índia, o Brasil, vários países de África assim como na Ásia do sudeste.

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