Ouvir Carregar Podcast
  • 16h00 - 16h10 TMG
    Noticiário 19/09 16h00 GMT
  • 16h00 - 16h06 TMG
    Noticiário 15/09 16h00 GMT
  • 16h06 - 16h30 TMG
    Segunda parte da emissão 15/09 16h06 GMT
  • 16h10 - 16h30 TMG
    Segunda parte da emissão 19/09 16h10 GMT
  • 17h00 - 17h10 TMG
    Noticiário 19/09 17h00 GMT
  • 17h00 - 17h06 TMG
    Noticiário 15/09 17h00 GMT
  • 17h06 - 17h30 TMG
    Segunda parte da emissão 15/09 17h06 GMT
  • 17h10 - 17h30 TMG
    Segunda parte da emissão 19/09 17h10 GMT
  • 18h00 - 18h10 TMG
    Noticiário 19/09 18h00 GMT
  • 18h00 - 18h06 TMG
    Noticiário 15/09 18h00 GMT
  • 18h06 - 18h30 TMG
    Segunda parte da emissão 15/09 18h06 GMT
  • 18h10 - 18h30 TMG
    Segunda parte da emissão 19/09 18h10 GMT
  • 19h00 - 19h10 TMG
    Noticiário 19/09 19h00 GMT
  • 19h00 - 19h06 TMG
    Noticiário 15/09 19h00 GMT
  • 19h06 - 19h30 TMG
    Segunda parte da emissão 15/09 19h06 GMT
  • 19h10 - 19h30 TMG
    Segunda parte da emissão 19/09 19h10 GMT
Para aproveitar em pleno os conteúdos mutimedia, deve ter o plugin Flash instalado no seu navegador. Para estabelecer a ligação deve activar os cookies nos parâmetros do seu navegador. Para poder navegar de forma ideal o site da RFI é compatível com os seguintes navegadores: Internet Explorer 8 e +, Firefox 10 e +, Safari 3 e +, Chrome 17 e + etc.
Moçambique

MDM: Acordo de paz é podre

media Daiviz Simando, presidente do MDM, Filipe Nysi, chefe de Estado de Moçambique, e Ossufo Momade, líder da Renamo LUSA

O Parlamento moçambicano aprovou hoje, em definitivo, a proposta de Lei do Acordo de Paz e Reconciliação Nacional, assinado no passado dia 6 de Agosto. O MDM absteve-se da votação por considerar o acordo “podre”.

A Assembleia da República aprovou esta quarta-feira, em definitivo, a Lei do Acordo de Paz e Reconciliação Nacional, que foi assinado a 6 de Agosto.

O documento foi aprovado na generalidade e especialidade, como os votos a favor de 140 deputados da Frelimo, partido no poder, a favor votaram também 52 deputados da Renamo, o maior partido da oposição em Moçambique, e ainda um do MDM. Catorze outros deputados do terceiro maior partido moçambicano abstiveram-se.

A Frelimo fala numa "nova página" da "história colectiva" e considera que o Acordo de Paz e Reconciliação Nacional é uma oportunidade para o Moçambique romper com um passado de divisões.

A Renamo, por seu lado, sublinhou que "o sucesso desse acordo vai depender da integridade, liberdade, justiça e transparência" das eleições gerais de 15 de Outubro.

O MDM absteve-se por considerar que acordo de paz não garante estabilidade do país. O porta-voz da terceira força política, José de Sousa, afirmou que o acordo não passa de um “teatro político” que interessa apenas as partes signatárias, governo liderado pela Frelimo e o principal partido da oposição.

“ O Acordo de Paz e Reconciliação de Maputo não passa de um teatro político para sair bem na fotografia durante a visita do santo padre e um acto eleitoralista”.

José de Sousa garante que o acordo de paz é “ um acordo podre” e “sem pernas para andar”.

O MDM defende que a reconciliação deve passar por “uma refundação do Estado”, acompanhado por “um verdadeiro programa de reconciliação nacional” que inclua todos os moçambicanos.

O Acordo de Paz e Reconciliação Nacional de Maputo é o terceiro entre o Governo da Frelimo e a Renamo.

Correspondência de Orfeu Lisboa 21/08/2019 ouvir
Sobre o mesmo assunto
 
Lamentamos, mas o prazo para estabelecer a ligação em causa foi ultrapassado.