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Mundo

Oposição na Síria pede ação do Conselho de Segurança da ONU

media O líder da oposição síria, Burhan Ghalioun, durante Fórum sobre transições democráticas que acontece em Sofia, na Bulgária.

O líder do Conselho Nacional Sírio, que representa a oposição, pediu neste sábado que o Conselho de Segurança da ONU adote uma resolução para colocar um fim na violenta repressão contra os civis no país, e tome medidas para a criação de um corredor humanitário. Neste sábado, pelo menos 23 pessoas morreram no norte do país durante confrontos com as forças armadas.

O líder da oposição síria, Burhan Ghalioun, fez um apelo para que o Conselho de Segurança da ONU adote “mecanismos para proteger cidadãos inocentes.” A declaração foi feita neste sábado, à margem de um Fórum sobre transições democráticas que acontece em Sofia, na Bulgária. Ele não citou exemplos de ações concretas, mas indicou que elas devem se adaptar à reação dos dirigentes sírios. "Se o governo usar a força contra observadores internacionais ou organizações humanitárias é preciso defendê-los", declarou.

O Conselho de Direitos Humanos votou uma resolução nesta sexta-feira condenando o regime de Bachar Al Assad. O regime classificou a decisão de "equivocada" e baseada em informações "mentirosas." A questão ainda divide opiniões no Conselho de Segurança. A Rússia e a China, membros permanentes com poder de veto, são contra a adoção de um texto que condena a Síria. Em outubro, os 15 membros do Conselho não conseguiram chegar a um acordo sobre um texto, e além de chineses e russos, outros quatro países se abstiveram, entre eles, o Brasil.

O líder da oposição síria pediu também que a comunidade internacional aumente a pressão sobre o governo russo, e que sejam feitos esforços para a criação de um corredor humanitário.  Neste sábado, o comitê da Liga Arabe formado pelo Qatar, Egito, Argélia, Omã e o Sudão se reúnem para discutir a possibilidade de adotar novas medidas contra o regime sírio. A União Europeia também anunciou nesta sexta-feira novas sanções contra empresas do país.

A repressão na Síria já deixou, segundo estimativas, mais de 4 mil mortos, mas as manifestações anti-governo continuam. Nesta sexta-feira, milhares de pessoas saíram às ruas para protestar contra o regime de Bachar Al Assad. Neste sábado, pelo menos 23 pessoas morreram no norte do país durante confrontos com a polícia.

De acordo com o Observatório Sírio dos Direitos Humanos, os combates tiveram início por volta da meia-noite na cidade de Idlib, perto da fronteira com a Turquia. A cidade de Derra, onde começou o movimento de contestação, também foi alvo de ataques das forças do governo, e em Homs, dois homens foram vítimas de uma emboscada. As autoridadades sírias expulsaram a maior parte dos jornalistas do país, o que dificulta a verificação das informações.
 

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