Os 47 membros do Conselho dos Direitos Humanos votaram, a pedido da Rússia, o projeto de resolução, que foi validado por 37 países. Os russos, os chineses e os cubanos votaram contra e Equador, Índia e Filipinas se abstiveram.
A resolução pede o fim imediato da violência e condena as execuções sumárias, o assassinato e perseguição de manifestantes, além da morte de jornalistas sírios e estrangeiros. O texto também pede ao regime de Bashar al-Assad que autorize o acesso da ONU e das agências humanitárias ao país. Essa medida permitiria o transporte de produtos de primeira necessidade aos civis, que sofrem com os confrontos há quase um ano.
O documento ressalta a necessidade de uma resposta urgente às dificuldades vividas pela população, que “não tem mais comida, medicamentos e combustível”. Cerca de 7500 pessoas já foram mortas na Síria desde o início da repressão, em março de 2011.