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Mundo

UE anuncia início do embargo total contra petróleo iraniano

media O negociador irariano Saeed Jalili, em Moscou, no dia 19 de junho de 2012. REUTERS/Sergei Karpukhin

Diante da recusa do regime iraniano em rever seu controverso programa nuclear, a União Europeia adota a partir deste domingo um embargo total na compra do petróleo iraniano. A decisão já havia sido anunciada pelos europeus em janeiro, mas só entrou em vigor agora, e visa pressionar o regime a abandonar o enriquecimento de urânio de alto teor.

O embargo total do petróleo é a última cartada da União Europeia para pressionar o governo iraniano a abandonar seu programa nuclear. As sanções também incluem o bloqueio do transporte assegurado pelos europeus, responsáveis por 90% do tráfego marítimo do petróleo mundial. Em janeiro, em represália à decisão, o governo iraniano ameaçou fechar o estreito de Ormuz, por onde circula de 20 a 40% do petróleo produzido no mundo.

Segundo o chanceler britânico, William Hague, as medidas mostram a determinação do bloco em ‘’intensificar a pressão diplomática” contra o Irã. Ele também fez um apelo para que o país cooperasse com as potências ocidentais. Os iranianos, de acordo com Hague, devem voltar à mesa de negociações para discussões produtivas. Se o regime continuar a ocultar questões cruciais, será alvo de sanções ainda mais severas e acabará ainda mais isolado no plano internacional.

Mesmo que insista no cárater pacífico do projeto, o regime continua enriquecendo urânio a mais de 20%, o que facilitaria a aquisição da tecnologia para a produção de armas atômicas. As missões de AIEA (Agência Internacional de Energia Atômica), também se revelaram improdutivas. Na última viagem, em fevereiro, os inspetores não receberam autorização para visitar a central de Perchin, situada em uma base militar. Os países ocidentais suspeitam que, nessa base, o Irã realiza testes com armas nucleares.

Para as potências ocidentais, e como mostra o último relatório da agência, é evidente que o país tem projetos bélicos, que poderiam incluir a fabricação de uma bomba nuclear. No último encontro com o grupo dos cinco (Estados Unidos, Rússia, França, China e Grã-Bretanha) mais a Alemanha, não houve acordo entre o Irã e as potências ocidentais para colocar um fim ao impasse. A próxima reunião está prevista para o dia 3 de julho, em Istambul, na Turquia.

Exercícios militares

O Irã inicia a partir desta segunda-feira uma série de exercícios militares, que devem durar três dias. De acordo com um comunicado do regime, serão efetuados tiros de mísseis de longo e médio alcance, com o objetivo de ‘intimidar’ os países que vislumbrassem um ataque ao país diante da continuação de seu programa nuclear. Os governos de Israel e Estados Unidos já declararam que uma intervenção não está descartada se as sanções não surtirem efeito.

 

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