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Artigo

Aviões do regime de Assad bombardeiam Aleppo

media Civis diante do prédio onde moravam, atingido por bombardeios realizados pelas forças do governo de Bashar al-Assad neste sábado.. Reuters

O exército sírio bombardeia neste sábado vários bairros de Aleppo, segunda maior cidade do país, e conduz uma ofensiva perto de Damasco. O novo emissário internacional para a Síria, Lakdhar Brahimi, disse nesta sexta-feira estar "assustado" com sua difícil missão.

 

Após a expiração no último domingo do mandato da missão de observadores da ONU, seu chefe, o general Babacar Gaye, deixou Damasco neste sábado. A missão, encarregada desde abril de monitorar um cessar-fogo que nunca foi aplicado, já havia sido obrigada a interromper suas patrulhas no final de junho devido à intensificação da violência.

Lakdhar Brahimi, o novo emissário das Nações Unidas e da Liga Árabe para a Síria, declarou nesta sexta-feira estar "lisonjeado, emocionado", mas também "assustado" com a missão que o espera, durante uma reunião com o secretário geral da ONU, Ban Ki-moon.

Desde o início da revolta contra o regime do presidente Bashar al-Assad em março de 2011, a violência já deixou 25 mil mortos, em sua grande maioria civis, segundo o Observatório sírio dos direitos humanos (OSDH), e levou mais de 200 mil sírios a fugirem para os países vizinhos, de acordo com o Alto Commisariado para os Refugiados da ONU.

Não há nenhuma solução para o conflitro em vista, já que o Conselho de Segurança da ONU continua dividido entre os ocidentais de uma lado, que pedem a saída de Assad, e a Rússia e a China de outro, que defendem um diálogo entre o poder e a oposição.

Ofensiva

Na Síria, o conflito entre o regime e os rebeldes está cada vez mais duro, principalmente em Aleppo, pulmão econômico do país arrasado por mais de um mês de uma batalha crucial. Neste sábado a aviação bombardeia vários bairros da cidade controlados totalmente ou em parte pelos insurgentes.

O exército também lançou uma ofensiva contra Daraya, na província de Damasco, onde 109 pessoas foram mortas nos últimos quatro dias, segundo o OSDH. As forças de segurança realizam uma onda de prisões e os habitantes temem um "massacre" de civis. Outros bastiões da contestação também estão sendo bombardeados, como a cidade de Deraa, no sul do país, e localidades da província de Idleb, no noroeste, e de Hama, no centro.

Até o início da tarde deste sábado o OSDH contabilizou oito mortos na Síria, dos quais três civis, três soldados e dois rebeldes. Na sexta-feira a violência deixou 185 mortos, dos quais 115 civis. Os balanços da ong se baseiam em uma rede de militantes e testemunhas. É impossível confirmar esses números de maneira independentes devido às restrições impostas à presença da mídia estrangeira.

Militantes da oposição informaram neste sábado via Facebook que o ator e roteirista Mohammad Omar Osso e sua família foram presos em Damasco. Na sexta-feira, os rebeldes afirmaram que o produtor de cinema Orwa Nyrabia havia desaparecido.

Sequestros

No vizinho Líbano, onde o conflito está se alastrando e a população está dividida entre partidários e opositores de Assad, o primeiro-ministro Najib Mikati anunciou a liberação de um dos onze pelegrinos xiitas mantidos como reféns na Síria desde maio.

Além desses pelegrinos, um outro cidadão libanês membro de um importante clã xiita foi raptado na Síria, provocando em represália os raptos por seu clã de vários sírios e de um turco no Líbano e o fechamento temporário por manifestantes da estrada que leva ao aeroporto de Beirute. 

Esse clã anunciou neste sábado a libertação de seis sírios como "sinal de boa fé em relação ao povo sírio e ao Exército Sírio Livre". "Isso não tem nada a ver com a libertação de um dos onze reféns na Síria", afirmou à agência France Presse Maher Moqdad, porta-voz do clã, especificando que quatro sírios e um turco ainda estão em cativeiro. 

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Lamentamos, mas o prazo para estabelecer a ligação em causa foi ultrapassado.