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Mundo

Presidente interino do Egito anuncia etapas do processo de transição

media Protesto em apoio de Mohammed Morsi aumenta impasse no Egito REUTERS/Mohamed Abd El Ghany

O presidente interino do Egito, Adly Mansur, fez nesta segunda-feira uma declaração constitucional em que anunciou as próximas etapas da transição no país. As autoridades no poder divulgaram um decreto que abre espaço para que as próximas eleições legislativas aconteçam no prazo de seis meses.

Hugo Bachega, correspondente da RFI no Egito

A fim de acalmar o clima no país, ontem o presidente interino Adly Mansur divulgou um decreto que abre espaço à realização de eleições legislativas no prazo de seis meses e regras para um referendo constitucional

O dia amanheceu calmo, mas o país ainda busca explicações sobre os motivos que teriam levado militares a abrir fogo contra partidários do presidente deposto Mohamed Mursi ontem no Cairo, deixando 51 mortos e 435 pessoas feridas, no dia mais sangrento desde a revolução de 2011. As mortes levaram o partido Al Nour a anunciar a suspensão de sua participação no processo político, depois da queda do presidente Mohamed Mursi na quarta-feira passada.

Protestos

Hoje, a Irmandade Muçulmana convocou novos protestos, o que aumentou o temor de mais violência.O país aguarda também a formação do governo interino. A agência Reuters informou pela manhã que o partido dos ultrarreligiosos salafistas teria aceitado a nomeação do ex-ministro de Finanças Samir Radwan como primeiro-ministro interino, mas até agora ainda não houve confirmação oficial, depois de diversos rumores e desmentidos nos últimos dias.

Economista, Samir Radwan já ocupou um cargo de ministro no governo em 2011. A morte de cerca de 50 pessoas que morreram em um tiroteio diante um quartel da Guarda Republicana no Cairo levou o partido Al Nour a anunciar a suspensão de sua participação no processo político, depois da queda do presidente Mohamed Mursi na quarta-feira passada.

No mesmo decreto divulgado ontem à noite, foi divulgado o prazo de quatro meses e meio para alterações à polêmica Constituição egípcia que foi aprovada em dezembro do ano passado e suspensa após a deposição de Mursi.O decreto prevê também que as eleições presidenciais serão realizadas logo após as eleições parlamentares.

 

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Lamentamos, mas o prazo para estabelecer a ligação em causa foi ultrapassado.