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Mundo

'Tudo certo, boa noite', disse piloto da Malaysia Airlines

media O Vietnã suspendeu hoje parte das buscas pelo avião da Malaysia Airlines, após a informação de que o voo MH370 teria mudado de rota. REUTERS/Kham

Durante encontro com familiares de passageiros chineses desaparecidos no voo MH370 da Malaysia Airlines, o embaixador da Malásia em Pequim afirmou hoje que as últimas palavras de um dos pilotos à torre de controle foram "alright, good night", em português "tudo certo, boa noite". O Boeing 777 desaparecido desde o último sábado teria mudado de rota e dado meia-volta uma hora depois da decolagem do aeroporto de Kuala Lumpur em direção a Pequim, acreditam as autoridades malasianas.

Luiza Duarte, correspondente da RFI em Hong Kong

A área de busca da aeronave que transportava 239 pessoas foi ampliada nesta quarta-feira (12), quinto dia das operações. A pista terrorista já foi quase descartada para explicar o sumiço do avião. A Aeronáutica da Malásia é criticada pelas informações confusas e contraditórias que tem divulgado.

Nesta manhã, o general da força aérea da Malásia Rodzali Daud negou que tenha confirmado que o Boeing 777 foi detectado perto do estreito de Malaca por um radar militar, uma hora depois do último contato com controladores civis. A região se encontra fora da rota do voo MH370 e indicaria que o avião fez meia-volta antes de desaparecer completamente.

Ainda hoje, o vice-ministro dos Transportes do Vietnã, Pham Quy Tieu, disse que o país decidiu suspender temporariamente algumas atividades de busca, enquanto aguarda informações do governo malasiano.

O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Qin Gang, lamentou hoje "o fluxo caótico de informações" em torno das buscas.

A direção da Malaysia Airlines diz não ter nenhum motivo para acreditar que o avião tenha desaparecido por falha da tripulação, depois de surgirem denúncias de comportamento inadequado do co-piloto Farid Ab Hamid durante um outro voo dois anos atrás. Uma ex-passageira alegou que o co-piloto fumou durante um voo e a convidou, assim como a uma amiga dela, a viajar na cabine do avião. A mulher, que seria de nacionalidade sul-africana, teria gravado imagens da cena. A companhia aérea nega dispor dessas imagens e reagiu indignada às acusações.

Buscas

Atualmente, 42 navios e 35 aviões e helicópteros da missão de busca e resgate internacional continuam vasculhando duas áreas principais: uma no golfo da Tailândia, entre a Malásia e o Vietnã, zona da última localização conhecida da aeronave, e outra na costa oeste da Malásia.

A Interpol identificou ontem dois iranianos como os passageiros que embarcaram no voo MH370 com passaportes europeus roubados. Não há indícios da ligação dos dois com grupos terroristas, o que faz com que a pista de um possível sequestro do avião perca força.

Já a China, país de origem de dois terços dos passageiros e que tem mobilizado grandes recursos na missão de busca, parece não perder a esperança diante do misterioso desaparecimento. Ontem à noite, um arranha-céu do distrito financeiro de Shanghai exibia em tamanho gigante a mensagem “MH370, nós estamos esperando que você volte para casa”.

O Boeing 777 da Malaysia Airlines perdeu contato com os controladores aéreos na altura da cidade de Ho Chi Minh, no Vietnã, por volta das 2h40 da manhã no horário local, cerca de 2h depois de ter decolado. O avião era esperado em Pequim, seu destino final, às 6h30 da manhã de sábado, do horário local, 19h30 da noite de sexta-feira, no horário de Brasília.

O misterioso desaparecimento do voo MH370 lembra o sumiço de um Boeing 707 da Varig em 1979. O cargueiro da companhia aérea brasileira desapareceu no oceano Pacífico com seis pessoas a bordo, meia hora depois de ter decolado do aeroporto japonês de Narita, e nunca foi encontrado.

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Lamentamos, mas o prazo para estabelecer a ligação em causa foi ultrapassado.