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Artigo

Ucrânia prepara retirada de soldados de bases ocupadas na Crimeia

media Milícia pró-Rússia em uma fronteira em Gorlovka, na região de Donetsk, no leste da Ucrânia. REUTERS/Stringer

O clima continua tenso na Crimeia, península na Ucrânia que foi anexada à Rússia. O governo de Kiev anunciou, nesta quarta-feira (19), que está preparando a retirada de seus soldados da Crimeia, onde forças pró-russas ocuparam duas bases da Marinha ucraniana, consolidando o controle da Rússia sobre a província.

Como represália a Moscou, a Ucrânia decretou a obrigatoriedade de visto para os cidadãos russos e a saída da Comunidade dos Estados Independentes (CEI), que reúne 11 ex-repúblicas soviéticas. Kiev também exigiu a libertação do almirante Serguei Gaiduk e outros reféns, capturados durante a ocupação da sede das forças navais ucranianas, em Sebastopol. Milícias dominaram ainda uma base naval no oeste da Crimeia.

Na véspera, o presidente russo, Vladimir Putin, assinou um tratado histórico com as autoridades separatistas, anexando a península à Rússia. O Tribunal Constitucional russo validou por unanimidade o tratado de anexação, que foi aprovada por referendo (97%), no domingo.

G7 estuda exclusão da Rússia

O G7 (Reino Unido, Estados Unidos, Alemanha, Japão, França, Canadá e Itália) se reúne em Haia, Holanda, na segunda-feira, para uma cúpula sobre segurança nuclear. No entanto, o tema de uma
possível exclusão permanente da Rússia – que completava o chamado G8 – poderá dominar o encontro. O presidente americano, Barack Obama, convidou os dirigentes do G7 e da União Europeia para uma reunião à parte a fim de discutir a crise ucraniana.

O premiê britânico, David Cameron, alertou na Câmara dos Comuns que a expulsão da Rússia do G8 deve ser uma decisão conjunta. As ações devem ser claras, explicou, sob o risco de “um preço muito caro” para a comunidade internacional, se ela hesitar em tomar posições contra Moscou.

Ponte

Em mais um sinal de desafio em relação à comunidade internacional, Vladimir Putin anunciou a construção de uma ponte que vai ligar o continente russo à península da Crimeia. O projeto foi avaliado em 3 bilhões de dólares.

"Precisamos de uma ponte para os automóveis e para o trem", ressaltou Putin, diante do Conselho de Ministros, segundo a agência Interfax. A travessia do estreito de Kertch, que tem 4,5 km de distância em sua parte mais estreita, a leste da Crimeia, é a única forma, além do avião, de chegar à península a partir do território russo sem passar pela Ucrânia.

Uma balsa une atualmente as duas margens, enquanto os trens circulam por território ucraniano. O ministério dos Transportes informou também que estava sendo estudada a possibilidade de cavar um túnel.

Na terça-feira, um militar ucraniano e um miliciano pró-Moscou morreram em uma tentativa de ataque contra uma unidade militar ucraniana em Simferopol, a capital regional. O episódio levou Kiev a autorizar oficialmente seus soldados presentes na península a usar suas armas para se defender.
 

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Lamentamos, mas o prazo para estabelecer a ligação em causa foi ultrapassado.