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Artigo

De saias, turcos fazem protesto pelo fim da violência contra a mulher

media Polícia tinha previsto esquema de segurança para protesto de homens de saia na Turquia. REUTERS/Murad Sezer

Um grupo de homens fez um protesto incomum na Turquia neste sábado (21), contra a violência feita às mulheres. Vestidos de saias, os manifestantes criticaram o estupro e o assassinato de uma estudante, um caso que provocou uma indignação sem precedentes no país em relação a esse tipo de crime.

Usando roupas femininas, cerca de 20 homens marcharam pela movimentada rua Istiklal, na parte ocidental de Istambul, “em defesa de todas mulheres”. A polícia tinha previsto um esquema de segurança para o protesto, que aconteceu sem incidentes neste país de maioria muçulmana.

A manifestação tinha sido anunciada nas redes sociais, que estão agitadas na Turquia depois da morte brutal da estudante Özgecan Aslan, ocorrida em Mersin, no sul do país, na semana passada. A jovem de 20 anos foi violentada, assassinada e queimada por três homens.

“Não se trata de um mero assunto feminino. Onde as mulheres não podem se sentir livres, os homens em breve também não poderão ser livres”, explicou Mustafa Solay, um dos manifestantes. Outro participante, Bulut Arslan, disse que decidiu comparecer porque “as violências feitas contra as mulheres atingem a sociedade em geral”.

Onda de indignação

Desde o assassinato, diversos protestos contra a violência contra as mulheres foram feitos nas principais cidades turcas. Neste sábado, dezenas de pessoas voltaram às ruas em Besiktas, outro bairro de Istambul, entoando “Diga não à violência e não bata nas mulheres”.

O governo turco está sendo criticado por estimular os ataques às mulheres, ao propagar preconceitos baseados na religião. O presidente do país, o islamita Recep Tayyip Erdogan, está no poder desde 2002 e promoveu uma virada conservadora na Turquia.

 

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