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Mundo

Assinatura do acordo da COP 21 sobre o clima em Nova Iorque

media Presidente Dilma Rousseff durante o discurso na ONU, em Nova Iorque, nesta sexta-feira. REUTERS/Carlo Allegri

171 países assinam hoje em Nova Iorque na sede da ONU o acordo sobre o clima concluído na Cimeira da COP 21 no final no ano passado aqui em Paris. Este acordo nos quais os 195 países que o negociaram se comprometem a implementar medidas conducentes a limitar nos próximos anos o aumento da temperatura do planeta a menos de 2°C foi considerado histórico pelo Secretário-geral da ONU, Ban Ki Moon, que hoje ao abrir a assembleia geral observou que "nunca se viu um tão grande número de países a assinar um acordo internacional num só dia."

Para esta ocasião única, vários dirigentes fizeram a deslocação, nomeadamente o presidente francês François Hollande, que foi defender o acordo negociado no seu país há alguns meses, o célebre e oscarizado actor americano Leonardo DiCaprio que nos últimos anos tem tomado posições em defesa do meio ambiente, os grandes ausentes sendo todavia os presidentes de países considerados grandes poluidores: Barack Obama que se encontra actualmente aqui na Europa, mas também o seu homólogo russo, o presidente chinês ou ainda o primeiro ministro da Índia.

Os restantes países que não se encontram representados hoje na assembleia geral da ONU têm um ano para assinar este acordo, um acordo sobre o qual não deixam de pairar algumas incertezas. Apesar do presidente Obama ter prometido assinar o documento ainda até ao final do ano, o desfecho das presidenciais no seu país poderia determinar o seu cumprimento ou ano, a China que tem feito muitas promessas poderia ter de rever as suas ambições devido à recessão que está actualmente a atravessar e a instabilidade política de outro grande poluidor, o Brasil, também pode ser uma condicionante.

A este respeito, apesar da sua posição delicada, ou talvez por causa dela, a presidente Brasileira Dilma Rousseff deslocou-se para Nova Iorque, a chefe de Estado do Brasil, em pleno processo de destituição, tendo evocado na tribuna da ONU o "momento grave" atravessado pelo seu país considerando que "o povo brasileiro saberá impedir qualquer recuo da democracia".

Ouça aqui as declarações de Dilma Rousseff, a presidente Brasileira.

Dilma Rousseff, presidente do Brasil 22/04/2016 ouvir

A ministra angolana do Ambiente, Fátima Fonseca, que representou o país no evento que formalizou a adopção do tratado adoptado em Paris em Dezembro, admitiu que é necessário mais apoio para a adaptação à mudança do clima em várias áreas angolanas.

Temos anos em que chove muito e temos outros anos em que temos seca. A previsibilidade daquilo que constitui o clima e o que nós decidimos neste acordo de Paris poderá, no que diz respeito Angola, se nós tivermos capacidades, tivermos instituições, por outro lado se tivermos também a possibilidade de incluir isto e integrar nas nossas políticas e nossos programas, nós vamos melhor saber gerir melhor porque as pessoas mais afectadas são as mais vulneráveis”, concluíu Fátima Fonseca.

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Lamentamos, mas o prazo para estabelecer a ligação em causa foi ultrapassado.