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Mundo

Arranque da COP 22 em Marrocos

media O ministro marroquino dos Negócios Estrangeiros e presidente da COP22 Salaheddine Mezouar e a ministra francesa do Ambiente Ségolène Royal, durante a abertura da COP22 nesta segunda-feira. REUTERS/Youssef Boudlal

Desde hoje e até ao dia 18 de Novembro decorre em Marraquexe a 22ª conferência climática da ONU, a COP 22, com o objectivo de encontrar meios de implementar o acordo alcançado no ano passado em Paris, aquando da COP 21, um acordo que prevê nomeadamente de limitar a menos de 2°C , se possível reduzir mesmo a menos de 1,5°C, o aquecimento do clima comparativamente ao nível existente antes da revolução industrial.  

Durante mais de 2 semanas, uns 15 mil participantes, negociadores, eleitos, cientistas, ONGs e empresas do sector estão reunidos para estudar meios de concretizar o acordo firmado no ano passado: encontrar formas de seguir a par e passo a emissões de gases com efeito de estufa de cada Estado, de garantir o financiamento das políticas climáticas dos países do sul conforme prometido pelos países mais ricos, definir os critérios de compensação dos países mais pobres já afectados pelas mudanças climáticas. O ponto culminante destas negociações deveria acontecer no dia 16, no quadro da conferência dos Chefes de Estado e de governo sobre a questão.

O acordo assinado por 192 Estados foi ratificado até ao momento por cerca de 100 países que representam um total de 70% das emissões de gases com efeito de estufa, designadamente os Estados Unidos, a China e a Índia. Nos termos do acordo firmado em Paris, esta igualmente previsto um balanço global das medidas tomadas por cada país a favor do clima em 2018, este ponto não sendo contudo vinculativo. Todavia, a concretizar-se nos factos, o acordo de Paris poderia evitar o aumento de 4 a 5°C previsto anteriormente pelos cientistas que actualmente continuam, apesar do acordo de Paris, a antever um mundo em que nos próximos anos o clima global poderia aumentar até aos 3°C.

Embora no ano passado se tenha investido massivamente nas energias renováveis, designadamente nos países emergentes, e apesar do sector empresarial estar a tomar paulatinamente consciência do que esta em jogo, os cientistas continuam a tecer alertas: pelo terceiro ano consecutivo está-se a ultrapassar recordes, 2016 devendo ser o ano mais quente jamais registado no globo.

Nesta conferência, trata-se por conseguinte de convencer os Estados que ainda não ratificaram o acordo a fazê-lo ainda até ao final deste ano, como sublinhou na abertura da conferência a ministra francesa do ambiente, Ségolène Royal que presidiu no ano passado a COP 21. Antes de passar o testemunho a Salaheddine Mezouar, ministro marroquino dos Negócios Estrangeiros que passou hoje a presidir a COP 22, Ségolène Royal emitiu o desejo de que esta conferência seja a "COP de África", sublinhando a importância de mobilizar os financiamentos e a transferência de tecnologias.

Ségolène Royal, ministra francesa do Ambiente 07/11/2016 ouvir

 

 

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Lamentamos, mas o prazo para estabelecer a ligação em causa foi ultrapassado.