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Titanic com nova tese

media O Titanic durante a partida do porto de Southampton. UIG/LEEMAGE

A história do navio insubmersível é bem conhecida de todos. Na noite de 14 de abril de 1912, na viagem de inauguração, o Titanic foi contra um iceberg, afundou-se e o acidente custou a vida a cerca de 1500 pessoas. O choque provocou a ruptura de cinco compartimentos, a causa do naufrágio do enorme navio que, dizia o fabricante, « nem o próprio Deus pode afundar ».

No entanto uma nova teoria foi recentemente emitida e defende que o Titanic foi ao fundo por causa de um incêndio nas caldeiras. Esta tese, defendida num novo documentário da cadeia britânica Channel 4, baseia-se em fotografias leiloadas e que mostram sinais de incêndio no casco do navio quando este estava nos estaleiros de Belfast, na actual Irlanda do Norte.

Este acontecimento ocorreu antes da chegada ao porto de partida em Southampton, na Inglaterra. Segundo a teoria, nos dias que antecederam à inauguração do navio, e ainda em Belfast, decorreu um incêndio num depósito de carvão na zona das caldeiras que acabaria por ser apagado pelos bombeiros. No entanto terá deixado graves danos estruturais no barco.

Durante a viagem, os especialistas acreditam que as caldeiras tiveram de receber mais carvão do que o normal, o que acelerou de forma imprudente o navio. Quando o iceberg tocou no casco já fragilizado, terá sido impossível conter a entrada da água.

Segundo o jornalista britânico que levou a cabo esta tese, Senan Moloney, o presidente da companhia, à qual pertencia o Titanic, Joseph Bruce Ismay, proibiu a tripulação de falar do incêndio ocorrido aos 2 500 passageiros.

Ouça a crónica sobre a nova tese.

Crónica de Marco Martins 04/01/2017 ouvir

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