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Mundo

Estados Unidos: FBI confirma investigação a ligações com Moscovo

media No Congresso, James Comway, director do FBI, disse hoje que "há uma investigação sobre a tentativa de ingerência do governo russo nas eleições presidenciais mas nenhum detalhe pode ser revelado". REUTERS/Joshua Roberts

O FBI anunciou hoje no Congresso que está a investigar, desde Julho, as ligações entre membros do governo russo e pessoal da administração de Trump. O objectivo é o de elucidar se Moscovo ajudou o actual presidente dos Estados Unidos a vencer as eleições.

"Há uma investigação sobre a tentativa de ingerência do governo russo nas eleições presidenciais mas nenhum detalhe pode ser revelado". Foi assim que James Comey, director do FBI, se exprimiu hoje diante do Congresso, numa sessão onde tanto o FBI (Departamento Federal de Investigação) como a NSA (Agência de Segurança Nacional) prestaram declarações acerca das alegadas ligações da administração Trump à Rússia, assim como das supostas escutas de Barack Obama ao actual presidente norte-americano durante a campanha presidencial. 

O FBI vem assim corroborar o que governo de Barack Obama já tinha dito em Janeiro. Na altura, a Casa Branca tinha avançado que Moscovo organizou uma campanha de descredibilização e de piratagem do Partido Democrata durante as eleições presidenciais, prejudicando assim a candidatura de Hillary Clinton.

Entretanto, a imprensa também tem revelado que houve vários contactos entre membros do governo russo e actuais dirigentes americanos. O caso mais paradigmático é o de Michael Flynn, ex-conselheiro de segurança nacional de Donald Trump, que se encontrou secretamente com responsáveis russos.

Donald Trump rejeita categoricamente todas as acusações. Hoje de manhã, no Twitter, afirmou que todos os relatos que afirmam que o seu governo tem ligações com a Rússia são "falsas informações e toda a gente sabe!'". Além disso, um responsável da Casa Branca também afirmou que "os responsáveis de vigilância sob Barack Obama afirmaram que não havia qualquer prova de colisão, nem qualquer escandâlo, entre o Trump e a Rússia".

Escutas de Barack Obama a Donald Trump sem provas

O director do FBI aproveitou também a ida ao Congresso para dizer que não encontrou "qualquer tipo de provas que mostrem que Barack Obama escutou Donald Trump". É assim outro golpe duro para o actual presidente dos Estados Unidos que afirmou que, durante a campanha presidencial, Barack Obama escutou-o na Trump Tower (sede da sua campanha presidencial).

É também de realçar que, aquando do encontro com Angela Merkel na sexta-feira passada, Donald Trump disse à chanceler alemã que tinham em comum "o facto de termos sido ambos escutados pela administração anterior" (em referência ao facto dos Estados Unidos terem vigiado Merkel e os seus próximos).

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Lamentamos, mas o prazo para estabelecer a ligação em causa foi ultrapassado.