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Mundo

Suécia abandona investigação a Assange por violação

media O hacker australiano, Julian Assange, encontra-se refugiado na embaixada do Equador em Londres desde 2012, depois da Suécia ter emitido um mandato de captura europeu. REUTERS/Peter Nicholls

Julian Assange que, em 2006, criou a Wikileaks, uma organização que tem como intuito o de promover a liberdade de expressão ao publicar documentos classificados pelos Governos, viu hoje a sua investigação por violação ser arquivada pela Justiça sueca.

O hacker australiano, Julian Assange, encontra-se refugiado na embaixada do Equador em Londres desde 2012, depois da Suécia ter emitido um mandato de captura europeu. Na altura, Assange estava a ser perseguido pela Justiça sueca por estar a ser acusado, por duas mulheres, de violação.

Hoje, a procuradora sueca, Marianne Ny, afirmou que a Justiça abandonava a investigação relativa à violação de Assange. A justificação dada é que o processo se tornou excessivamente longo: "todas as possibilidades que permitiriam à investigação avançar foram esgotadas. Não parece adequado manter o pedido de detenção provisória contra Julian Assange ou o mandato de captura europeu". 

Face à arquivação do caso, os advogados do hacker australiano consideraram ser uma vitória total para Julian Assange. Christophe Marchand, um dos advogados, em declarações ao jornal francês "Le Monde", afirmou que estão "muito contentes e muito emocionados, após sete anos de detenção sem ter sido acusado". Já o seu advogado sueco, Per Samuelsson, também afirmou que "é uma vitória total para Julian Assange. Está livre para deixar a embaixada quando quiser". 

No entanto, as coisas não parecem tão simples já que as autoridades britânicas avisaram que, caso Assange deixasse a embaixada do Equador, será detido porque violou as condições da sua liberdade condicional em 2012. Na altura, a justiça britânica tinha convocado Assange ao tribunal mas este não se apresentou, tendo sido emitido um mandato de captura para o cidadão australiano. As autoridades afirmam, no entanto, que, mesmo caso seja detido, as acusações seriam "muito menos graves". 

De realçar que o fundador da Wikileaks suspeitava que, caso fosse extraditado para a Suécia, seria depois enviado para os Estados Unidos, onde está a ser investigado depois de ter revelado cerca de 500 mil documentos comprometedores para a administração de Barack Obama, entre os quais vídeos de possíveis crimes de guerra no Afeganistão. Pediu, consequentemente, asilo ao Equador e ficou na embaixada do país, de onde não saía para impedir que as autoridades britânicas o extraditassem para a Suécia.

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Lamentamos, mas o prazo para estabelecer a ligação em causa foi ultrapassado.