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Mundo

Cimeira do G20 está a terminar marcada pela violência

media Esquerda radical alemã anti-globalização perturba cimeira do G20 que termina este sábado em Hamburgo, Alemanha REUTERS/Hannibal Hanschke

Cimeira dos países do G20 a terminar em Hamburgo marcada por manifestação de cerca de 20 mil pessoas sobretudo esquerdistas anti-globalização. A polícia teme que haja violência como aconteceu no início desta cimeira, com uma agenda sobre o clima, comércio internacional, desenvolvimento em África e crises mundiais.

São cerca de 20.000 manifestantes mobilizados este sábado nas ruas da cidade de Hamburgo no norte da Alemanha pela esquerda radical contra a globalização e a cimeira do G20 que está a terminar com a polícia a recear que haja violência.

Uma violência que começou mesmo antes do início da cimeira, na quinta-feira, estando,aliás, a ser muito criticado as forças de segurança e a própria chanceler alemã, Angela Merkel, por não terem sabido antecipar as cenas de violência.

O jornal alemão Bild, acusa, num editorial, a chanceler Angela Merkel de ter falhado desde o começo da cimeira na sua estratégia de manter a ordem pública.

Os políticos são os principais responsáveis pelos 213 polícias feridos, a destruição e actos de vandalismo levados a cabo nos últimos dias em Hamburgo por manifestantes esquerdistas contra a globalização.

Para lá desta violência, a cimeira de chefes de estado e do governo do G20, de Hamburgo, prepara o seu comunicado final, destacando os pontos debatidos, em torno do clima, comércio internacional, desenvolvimento em África ou as crises na região do médio oriente, nomeadamente, no Iraque e na Síria.

Uma das prioridades desta cimeira do G20 era deabter o desenvolvimento de África, continente, que está quase sempre ausente de cimeira do género.

Assim, a chanceler, Angela Merkel, organizou encontros e debates sobre investimentos privados em África, uma forma de ajudar os países africanos, com projectos concretos de desenvolvimento, que impeçam também a emigração de jovens africanos, que continuam a ver a Europa, como um Eldorado.

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