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Mundo

Charlottesville-Estados Unidos: violência e nostalgia confederada

media  
Uma mulher é objecto dos primeiros socorros depois de um carro ter atropelado os manifestantes anti-racistas em Charlottesville. 12 de Agosto de 2017 PAUL J. RICHARDS / AFP

Uma manifestação organizada no sábado por supremacistas brancos, na cidade de Charlottesville, Estado de Virginia, no sul dos Estados Unidos, degenerou em confrontos entre os manifestantes da extrema-direita e os seus contestários antiracistas.  No decurso dos violentos recontros, morreu uma pessoa e dezenas ficaram feridas. O governador do Estado de Virgínia,Terry McAuliffe decidiu decretar o estado de emregência. O Presidente Trump foi criticado por , de acordo com os seus detractores, não ter condenado claramente os supremacistas ligados a grupos extremistas tais como o Klu Klux Klan.

A manifestação supremacista que degenerou numa batalha nas ruas de Charlottesville, na morte de uma mulher de 32 anos , bem como na prisão de quatro pessoas, foi organizada por Jason Kessler , um blogger da extrema-direita, conhecido pelas organizações de direitos cívicos americanos, devido às suas posições racistas. Kessler declarou que o trágico evento, de Charlottesville denominado Unite the Right Rally, destinava-se a reivindicar os seus direitos constitucionais, segundo ele, não respeitados pelas autoridades americanas.

James Alex Fields Jr,um jovem de 20 anos oriundo de Ohio, adepto da ultra-direita encarnada por Kessler, é suspeitado pela polícia de ser o automobilista que atropelou com a sua viatura os militantes anti-racistas, tendo provocado a morte da senhora de 32 anos e ferido 19 pessoas, das quais cinco encontram-se em estado grave. O FBI, Polícia Federal decidiu investigar as motivações que levaram ao referido acto. Morreram igualmente dois polícias no decurso da intervenção das forças da ordem, devido ao acidente com o helicóptero que os transportava.

 

Adeptos da extrema-direita americana, presentes na manifestação de Charlottesville, acenavam bandeiras confederadas e levantaram os seus braços efectuando a saudação nazi. As bandeiras confederadas são consideradas um símbolo do racismo por muitos americanos.

Terry Mcaulliffe, democrata e governador do Estado de Virgínia, considerou que não há lugar para manifestações de ódio no seu Estado. A gravidade dos acontecimentos em Charlottesville, levou Mcaullife a decretar o estado de emergência na região.

 

O Presidente Donald Trump afirmou condenar a violência e o ódio dos extremistas mas os seus detractores criticaram-no por considerar que o Chefe de Estado não foi suficientemente claro, na sua condenação dos supremacistas brancos.

Nos Estados do Sul, dos Estados Unidos, tem havido um violento debate sobre a utilização dos símbolos do antigo exército confederado, que defendia a manutenção da escravidão.

Em Julho, mais de vinte membros da organização racista Klu Klux Klan foram detidos em Charlottesville, durante um desfile contra a retirada da estátua do general Lee, figura confederada da Secession War, Guerra civil americana ou Guerra da Secessão, ocorrida entre 1861 e 1865.

 
Lamentamos, mas o prazo para estabelecer a ligação em causa foi ultrapassado.