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Mundo

Papa Francisco recebido por milhares de pessoas em Myanmar

media Rangum durante a visita oficial do Papa. 27 de Novembro de 2017. Ye Aung THU / AFP

O Papa Francisco foi acolhido por milhares de pessoas em Rangum. A visita começou com uma reunião com o chefe do exército, o general Min Aung Hlaing, acusado pelas organizações de defesa dos direitos humanos de ser o principal responsável pela campanha de repressão contra os rohingyas.

Durou apenas 15 minutos o frente-a-frente do Papa com um dos homens mais poderosos do país, o general Min Aung Hlaing, que é acusado pelas organizações de defesa dos direitos humanos de levar a cabo uma “limpeza étnica” contra a minoria muçulmana dos rohingyas.

O Vaticano comentou que se tratou apenas de uma visita de cortesia, mas, nos últimos meses, o Papa denunciou várias vezes o tratamento reservado aos que chama “irmãos rohingyas”. E, na segunda parte da sua viagem, ao Bangladesh, tem previsto um encontro com uma delegação de rohingyas.
 

A operação do exército contra esta minoria muçulmana no estado de Rakhine, no oeste de Myanmar, obrigou mais de 620 mil pessoas a procurar refúgio no vizinho Bangladesh desde finais de Agosto. A ONU denunciou uma operação de “limpeza étnica”, com a morte de centenas de pessoas, violações, incêndio de povoações e de campos de cultivo.

Na agenda do Papa Francisco, estão também reuniões com o presidente Htin Kya e com a chefe do Governo, Aung San Suu Ki. Apesar de detentora do Prémio Nobel da Paz, Suu Ki foi muito criticada pela postura relativamente à crise dos rohingyas.

Estão também previstas missas para os católicos, outra minoria que representa pouco mais de 1% da população de Myanmar e que foi durante muitos anos discriminada pela antiga junta militar no poder.

O Papa vai, ainda, reunir-se com o Conselho Superior Sangha dos monges budistas, num país onde mais de 90% da população é budista.
 

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Lamentamos, mas o prazo para estabelecer a ligação em causa foi ultrapassado.