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Mundo

Governo rebelde iemenita anuncia morte do ex-presidente Ali Abdullah Saleh

media Antigo Presidente iemenita Ali Abdullah Saleh REUTERS/Khaled Abdullah

Foi confirmada a morte do antigo Presidente do Iémen pelo seu partido. Numa altura em que a capital Sanaa é palco, nos últimos cinco dias, de combates entre os apoiantes do antigo Presidente e os rebeldes houthis.

"Ele caiu em mártir ao defender a República" declarou o congresso popular geral, o partido de Ali Abdala Saleh, que atribuiu a morte do ex-Presidente do Iémen aos houthis, seus antigos aliados com quem entretanto se incompatibilizou gerando, nos últimos cinco dias, violências em Saná e que terão causado a morte de pelo menos 125 pessoas.

Segundo os houthis, o veículo blindado do antigo Presidente, que circulava no sul da capital, terá sido bloqueado por tiros de roquetes. Saleh terá sido em seguida abatido.

Ali Abdala Saleh dirigiu o país com um pulso de ferro durante 33 anos, antes de ceder o poder a contragosto em 2012 ao seu vice-presidente, o actual chefe de Estado Mansour Hadi, após a conclusão de um acordo sob a égide da Arábia Saudita para por cobro ao vento de revolta da primavera árabe que tinha soprado sobre o país.

Esta transição de poder não significou todavia a pacificação do país e, apesar de gozar de imunidade, o antigo Presidente permaneceu no Iémen e na chefia do seu partido, não aceitando a derrota politíca e juntou-se aos seus antigos inimigos, os rebeldes houthis para reconquistar o poder.

Um poder que conservou parcialmente com o apoio de certas unidades militares que lhe tinham permanecido fiéis. Neste xadrez complexo, entrou em 2015 a Arábia Saudita que, na chefia de uma coligação regional, se envolveu na guerra civil do lado do actual chefe de Estado.

Resultado desde os bombardeamentos de Riad

Mais de 8000 mortos e a pior crise humanitária do mundo, segundo a ONU. Uma epidemia de cólera, a falta de alimentos e de medicamentos agravada pelo bloqueio imposto pela Arábia Saudita.

No sábado, o ex-Presidente Saleh tinha estendido a mão a Riad para negociar em troca do fim desse bloqueio, acto qualificado de traição pelos rebeldes houthis.

O anúncio da morte do ex-Presidente foi considerado uma vitória pelos seus antigos aliados, agora seus mais ferozes adversários.

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Lamentamos, mas o prazo para estabelecer a ligação em causa foi ultrapassado.