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Mundo

Governo de Myanmar proíbe visita de perita da ONU

media Crianças Rohingyas num campo de refugiados perto de Cox's Bazar, no Bangladesh. REUTERS/Marko Djurica

O governo de Myanmar recusou o acesso ao território nacional à Relatora Especial da ONU para os Direitos Humanos, Yanghee Lee que ia conduzir um inquérito sobre os Direitos Humanos e em particular os massacres contra a minoria muçulmana Rohingya.

O governo do Myanmar recusou o acesso ao país da Relatora Especial das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Yanghee Lee, que devia deslocar-se ao país no início de 2018.

Esta responsável esteve no Myanmar em Julho deste ano para avaliar a situação dos Direitos Humanos, nomeadamente as denúncias de exacções dos militares contra a minoria muçulmana Rohingya no estado de Rakhine, no norte do país. Após a sua declaração bastante crítica relativamente à situação vigente naquela região, o executivo do Myanmar expressou o seu desagrado e tomou a decisão de deixar de cooperar com a organização.

Falando de “injustiça”, Yanghee Lee deu conta da sua “decepção” com esta decisão do governo do Myanmar e considerou que "algo de horrível deve estar a acontecer em Rakhine, bem como no resto do país”.

Durante os últimos três meses mais de 620 000 membros da comunidade muçulmana Rohingya fugiram do estado de Rakhine devido a repressão das forças armadas birmanesas. O secretário-geral da ONU António Guterres tem qualificado esta situação de “limpeza étnica”.

 

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Lamentamos, mas o prazo para estabelecer a ligação em causa foi ultrapassado.