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Mundo

Guatemala instala embaixada em Jerusalém

media Hilda Patrica Marroquí, esposa do presidente de Guatemala, na cerimónia de instalação do seu país em Jerusalém Fuente: Reuters.

Continua a haver reacções à transferência da embaixada dos Estados Unidos de Tel Aviv para Jerusalém. Reacções apoiando como a Guatemala que instalou hoje a sua embaixada em Jerusalém e negativas, como o mundo árabe, que vai analisar a questão, amanhã, no Cairo, numa reunião de chefes da diplomacia da Liga Árabe.

Guatemala, imitou os Estados Unidos, instalando hoje a sua embaixada em Jerusalém, para a satisfação do primeiro-ministro de Israel, Benjamim Netanyahu, que declarou que os guatemaltecos estão sempre entre os primeiros.

"Inaugurámos há dois dias a embaixada dos Estados Unidos, em Jerusalém; e não é coincidência que a Guatemala esteja entre os primeiros a abrir a sua embaixada em Jerusalém, porque estão sempre entre os primeiros", declarou o primeiro-ministro israelita, Benjamim Netanyahu, durante o acto diplomático.

Os próximos países poderão ser o Paraguai, que anunciou para o fim do mês, a instalação da sua embaixada em Jerusalém e por cá em Europa, a República Checa e a Roménia, declararam estar dispostas a ter embaixadas em Jerusalém.

Na altura da votação da resolução dos Estados Unidos, na ONU, o Togo, as Ilhas Marshall e Macaronésia, Honduras, República de Palaos e República de Nauru, votaram a favor da escolha americana.

Em matéria de reacções negativas, os ministros dos Negócios estrangeiros da Liga Árabe, vão reunir-se, amanhã, no Cairo, Egipto, para analisarem a decisão dos Estados Unidos de transferir a sua embaixada para Jerusalém e a violência contra os palestinianos pelo exército israelita. 

A reunião foi pedida pela Arábia saudita, parceira dos Estados Unidos, mas que considerou ilegal a transferência da embaixada americana para Jerusalém. 

Do seu lado, Israel, continua a dizer que Jerusalém é a capital eterna do povo judeu, enquanto o presidente americano dos Estados Unidos, Trump, reafirmou que a sua escolha não é apenas o cumprimento duma promessa de campanha.

É, sim,  estar em sintonia com uma política americana, que vem desde os tempos do Presidente Truman, que reconheceu Jerusalém como capital de Israel.

Também o congresso americano e o Senado, votaram, igualmente, há vários anos, uma resolução sobre a transferência da embaixada americana para Jerusalém, assim como, os ex-presidentes, Bill Clinton, George Bush e Obama, fizeram campanha, prometendo transferir a embaixada dos Estados Unidos para Jerusalém.

Historicamente, desde a Antiguidade bíblica, há mais de 5.000 anos, Jerusalém, foi capital do Reino de Israel, ou Canaã ou Palestina. Até à independência de Israel, há 70 anos, aquele território era conhecido como Palestina dos judeus.

E convém notar, que Israel, proclamou a sua independência, porque, os árabes, recusaram a decisão da assembleia geral da ONU em 1947 da existência de 2 Estados naquele território, um israelita e outro palestiniano.

Israel, foi imeditamente atacado pelos países árabes, como o Egipto, a Síria, o Líbano, a Jordânia e a Arábia saudita, que foram derrotados pelo exército israleita, que se aproveitou para ocupar outros territórios bíblicos, hoje, chamados, Faixa de Gaza e a Cisjordânia. 

Foi a partir dessa altura, que os árabes adoptaram o nome de palestinianos, que vem da designação filistinos, que eram judeus, enquanto, os novos cidadãos de Israel, independente, passaram a ser israelitas, como no tempo da Antiguidade judaica.

Os judeus, são historicamente, hebreus, cananeus ou filistinos, que apesar de serem de religião judaica, tinham conflitos com os hebreus, que os consideravam mercantilistas e egoístas.

Foi por esta razão, que os árabes, vivendo naquele território, que invadiram, não queriam inicialmente, ser palestinianos, que consideravam ser terminologia negativa e pejorativa.

Aliás, resumindo a história mais moderna, até à guerra dos seis dias, de 1967, falava-se em conflito israelo-árabe.

Foi só mais tarde, com a propaganda comunista da União soviética que apoiava o egípcio, Yasser Arafat, lider da OLP, da esfera soviética, que se passou a falar em conflito-israelo-palestiniano e os árabes daquele território disputado, escolheram ser palestinianos.

Conclusão: os palestinianos são historicamente os povos hebreus, judeus ou filistinos, decalcado da antiga Palestina bíblica. E os árabes, sempre, foram árabes, e só adoptaram o nome de palestinianos, por recomendação da União soviética e porque os cidadãos de Israel de 1948, passaram a ser israelitas,em referência ao novo Israel moderno e ao Reino de Israel bíblico.

Guatemala instala embaixada em Jerusalém 16/05/2018 ouvir

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Lamentamos, mas o prazo para estabelecer a ligação em causa foi ultrapassado.