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Mundo

"Morte de Júlio Pomar deixa cultura lusa mais pobre"

media O artista plástico, Júlio Pomar, faleceu ontem aos 92 anos em Lisboa. LUSA

O artista plástico, Júlio Pomar, faleceu ontem em Lisboa ao 92 anos. Considerado como uma figura fundamental da pintura neo-realista portuguesa, o artista deixa uma obra multifacetada que percorre mais de sete décadas.O chefe de Estado português, Marcelo Rebelo de Sousa, lembrou que a cultura lusa fica "muitíssimo mais pobre" com esta perda.

Júlio Pomar faleceu ontem ao 92 anos, no Hospital da Luz, em Lisboa. O artista plástico era considerado uma figura fundamental da pintura neo-realista portuguesa, deixa uma obra multifacetada que percorre mais de sete décadas.

O chefe de Estado português, Marcelo Rebelo de Sousa, lembrou que a cultura lusa fica "muitíssimo mais pobre" com esta perda.

"Nós devemos a Júlio Pomar a abertura de Portugal ao mundo e a entrada do mundo em Portugal, desde logo durante a ditadura. Não apenas como pintor, não apenas como desenhador, mas como grande personalidade da cultura. Nesse sentido ele esteve sempre à frente do seu tempo. Marcou grande parte do século XX, marcou a transição para o século XXI, mantendo-se sempre jovem e sempre aberto a novos fenómenos culturais, as novas ideias. Inovador, criativo, irreverente. Profundamente rebelde e irreverente. Lembremo-nos do seu retrato da figura do Presidente Mário Soares que figura na galeria dos retratos, no museu da Presidência, e que na altura chocou tantos. Porque ele era assim, um homem que procurou todas as fases. Mais figurativo, menos figurativo. Mais abstracto, menos abstracto, mas sempre ele. Sempre aberto à Europa e ao mundo", sustentou Marcelo Rebelo de Sousa.

O corpo do artista plástico vai estar em câmara ardente a partir das 18 horas hoje no Teatro Thalia, em Lisboa.

As cerimónias fúnebres vão ter lugar amanhã, às 16 horas e serão reservadas à família.

 
Lamentamos, mas o prazo para estabelecer a ligação em causa foi ultrapassado.