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Cimeira da NATO sob alta tensão

Cimeira da NATO sob alta tensão
 
Trump garantiu hoje ter "boas relações" com Merkel, poucas horas depois de ter lançado violentas críticas contra a Alemanha, na cimeira da NATO, neste 11 de Julho, em Bruxelas. REUTERS/Reinhard Krause

Desde hoje e ainda até amanhã, Bruxelas acolhe uma nova cimeira da NATO, encontro sob alta tensão a poucos dias do encontro entre o Presidente dos Estados Unidos e o seu homólogo russo. Esta perspectiva não deixa de causar algum nervosismo entre os europeus, tanto mais que Donald Trump tem estado aumentar as pressões sobre os seus parceiros da Aliança Atlântica no sentido de aumentarem as suas despesas militares.

Os americanos fornecem 70% do orçamento da organização, sendo de longe os maiores contribuintes com mais 3% do seu PIB. Em 2014, os membros da NATO comprometeram-se a dedicar 2% do seu PIB à defesa até 2024, mas poucos têm conseguido cumprir. Apesar de serem grandes contribuintes, tanto a França como a Alemanha não chegam aos 2%.

Neste contexto, Donald Trump, cujo país fornece armamento a vários países da Aliança, não só lançou farpas, como até sugeriu esta Quarta-feira que os seus parceiros passem a gastar 4% do seu PIB na sua defesa. No rol de críticas que expressou para com os parceiros europeus, Trump fustigou em particular a Alemanha argumentando que estaria "prisioneira da Rússia" devido aos seus elos comerciais com Moscovo. Em linha de mira está nomeadamente um projecto de aumento das capacidades do gasoduto Nord Stream que liga a Rússia à Alemanha visto com maus olhos por Trump que pretende dar um impulso às exportações de gás natural americano para a Europa.

Na óptica de Álvaro Vasconcelos, antigo director do Instituto de Estudos de Segurança da União Europeia, estes ataques significam sobretudo que "Trump quer se ir retirando progressivamente da segurança europeia" e que "os Europeus têm que fazer mais no domínio da sua defesa".


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