Ouvir Carregar Podcast
  • 16h00 - 16h06 TMG
    Noticiário 16/09 16h00 GMT
  • 16h00 - 16h10 TMG
    Noticiário 18/09 16h00 GMT
  • 16h06 - 16h30 TMG
    Segunda parte da emissão 16/09 16h06 GMT
  • 16h10 - 16h30 TMG
    Segunda parte da emissão 18/09 16h10 GMT
  • 17h00 - 17h06 TMG
    Noticiário 16/09 17h00 GMT
  • 17h00 - 17h10 TMG
    Noticiário 18/09 17h00 GMT
  • 17h06 - 17h30 TMG
    Segunda parte da emissão 16/09 17h06 GMT
  • 17h10 - 17h30 TMG
    Segunda parte da emissão 18/09 17h10 GMT
  • 18h00 - 18h06 TMG
    Noticiário 16/09 18h00 GMT
  • 18h00 - 18h10 TMG
    Noticiário 18/09 18h00 GMT
  • 18h06 - 18h30 TMG
    Segunda parte da emissão 16/09 18h06 GMT
  • 18h10 - 18h30 TMG
    Segunda parte da emissão 18/09 18h10 GMT
  • 19h00 - 19h06 TMG
    Noticiário 16/09 19h00 GMT
  • 19h00 - 19h10 TMG
    Noticiário 18/09 19h00 GMT
  • 19h06 - 19h30 TMG
    Segunda parte da emissão 16/09 19h06 GMT
  • 19h10 - 19h30 TMG
    Segunda parte da emissão 18/09 19h10 GMT
Para aproveitar em pleno os conteúdos mutimedia, deve ter o plugin Flash instalado no seu navegador. Para estabelecer a ligação deve activar os cookies nos parâmetros do seu navegador. Para poder navegar de forma ideal o site da RFI é compatível com os seguintes navegadores: Internet Explorer 8 e +, Firefox 10 e +, Safari 3 e +, Chrome 17 e + etc.
Mundo

Argentina rejeita despenalização do aborto

media Senado argentino votou contra o projecto de despenalização do aborto EITAN ABRAMOVICH / AFP

O Senado argentino votou contra o projecto de despenalização do aborto voluntário  com 38 votos contra, 31 a favor e duas abstenções.

Os deputados argentinos adoptaram em Junho um projecto de lei que legaliza o aborto nas 14 primeiras semanas de gestação. Lei devia ainda passar pelo Senado e que foi ontem rejeitada.

Actualmente o aborto só é possível em caso de violação ou risco de vida para a mãe. Ainda assim, o acesso ao aborto não é implementado em todo o território argentino. Das 25 províncias, apenas nove têm protocolo para que as mulheres possam abortar legalmente.

Os riscos relacionados com abortos clandestinos são a principal causa de morte de mulheres grávidas na Argentina.

Na capital argentina as expectativas não eram muitas, mas este foi um passo importante para as mulheres no país afirma o empresário português em Buenos Aires, Rodolfo Rivotti.

"A expectativa não era muito alta porque já se sabia que era difícil que passasse pelo Senado. As pessoas tinham alguma esperança, principalmente o sim tinha esperança que passasse. Não há sentimento de frustração porque as mulheres sabem que isto é um movimento que ganhou voz. O assunto está para ficar e, em algum momento, vai ser aprovado", conclui.

Empresário português em Buenos Aires, Rodolfo Rivotti 09/08/2018 ouvir

Sobre o mesmo assunto
 
Lamentamos, mas o prazo para estabelecer a ligação em causa foi ultrapassado.