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Mundo

Escalada na guerra comercial entre os Estados Unidos e a China

media O Presidente americano Donald Trump. REUTERS/Carlos Barria

A imprensa americana tem referido que o presidente Donald Trump poderia anunciar a partir de hoje novas taxas aduaneiras sobre produtos chineses no valor de 200 mil milhões de Dólares, uma perspectiva perante a qual a China já avisou que também está disposta a aplicar "medidas de retaliação".

Pequim "não vai negociar com uma pistola apontada na cabeça" declarou um alto responsável chinês citado pelo Wall Street Journal este fim-de-semana, evocando a perspectiva de novas taxas aduaneiras dos Estados Unidos sobre a China. Desde há algumas semanas, a administração Trump agita a ameaça de novos direitos aduaneiros sobre produtos chineses no valor de 200 mil milhões de Dólares.

A confirmarem-se, estas novas medidas surgem depois de o executivo americano ter anunciado em Março a decisão de aplicar taxas de 25% sobre o aço e 10% sobre o alumínio chinês, para em seguida aumentar ainda mais a parada em Julho e Agosto, com novas taxas aduaneiras sobre importações chinesas no valor de 50 mil milhões de Dólares.

Os Estados Unidos pretendem fazer com que a China reduza o seu excedente comercial com os americanos que ascende a 375 mil milhões de Dólares, Washington pretendendo ainda que a China deixe de subsidiar o seu sector de alta tecnologia e ponha de parte a sua estratégia visando a adquirir os conhecimentos e propriedades intelectuais dos Estados Unidos.

Pequim, contudo, não dá sinais de vacilar: "Se os Estados Unidos adoptarem novas taxas, a China não terá outra escolha senão adoptar medidas de retaliação para defender os seus direitos e interesses legítimos" declarou hoje Geng Shuang, porta-voz da diplomacia chinesa. Uma dessas medidas, de acordo com o Wall Street Journal, poderia ser um boicote a uma nova ronda de negociações comerciais propostas pelos Estados Unidos por volta do 20 de Setembro.

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