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França

Síria: Donald Trump confirma retirada das forças norte-americanas

media Soldados norte-americanos na Síria, 01/11/2018 Courtesy Zoe Garbarino/U.S. Army/Handout via REUTERS

Donald Trump, Presidente dos Estados Unidos, confirmou nesta quinta-feira a retirada das tropas norte-americanas do território sírio.

O Presidente norte-americano afirmou nas redes sociais que os Estados Unidos não querem ser o "polícia do Médio Oriente", defendendo a sua decisão de retirar as forças norte-americanas da Síria.

Recorde-se que a polémica começou na quarta-feira, quando Donald Trump ordenou a retirada das tropas norte-americanas mobilizadas na Síria, assegurando que tinha vencido o grupo islamita, Estado Islâmico (EI). Uma decisão que causou espanto e provocou críticas até mesmo de membros do seu próprio campo.

"Rússia, Irão, Síria e muitos outros são os inimigos locais do Estado Islâmico. Estamos a fazer o trabalho deles. É hora de voltar para casa", frisou, acrescentando que esses mesmo países "estão contentes com a saída dos Estados Unidos […] porque agora vão ter que combater o Estado Islâmico e outros, que eles detestam, sem nós"; concluiu.

O anúncio surpresa da retirada norte-americana da Síria, transforma profundamente o equilíbrio de forças neste país onde a Rússia actua.

No que diz respeito a reacções, a França, o Reino Unido e a Alemanha, aliados dos Estados Unidos na luta contra o Estado Islâmico, criticaram nesta quinta-feira a esta decisão, enquanto a Rússia a apoiou.

França e Reino Unido afirmam que luta não acabou

Apesar deste anúncio, a França, por sua vez, assinalou que vai manter a presença militar na Síria, segundo declarações da ministra francesa dos Assuntos Europeus, Nathalie Loiseau. "Por enquanto continuamos na Síria. Daesh não foi varrido do mapa, nem as suas raízes", disse a ministra.

"O Estado Islâmico (EI) não foi apagado do mapa e nem as suas raízes em outros lugares. É preciso vencer militarmente de maneira definitiva os últimos bastiões desta organização terrorista. Daesh está mais fraco do que nunca […] perdeu mais de 90% do seu território", sublinhou nas redes sociais a ministra francesa das Forças Armadas, Florence Parly.

O grupo islamita Estado Islâmico (EI) ainda não foi vencido na Síria, considerou o Governo britânico, ao contrário do afirmado pelo Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

"Desde o início das operações militares, a coligação e os seus parceiros na Síria e no Iraque retomaram grande parte do território de Daesh e foram registados importantes avanços nos últimos dias na zona do Leste da Síria ainda ocupada por Daesh. Mas resta muito a ser fazer e não podemos perder de vista a ameaça que representam. Mesmo sem território, Daesh continua a ser uma ameaça", concluiu o Governo britânico.

O jornal britânico "The Times" afirma nesta quinta-feira que Londres não foi informado previamente da decisão do presidente dos Estados Unidos.

Na Síria, a milícia liderada por curdos que luta contra o Estado Islâmico afirmou que a retirada anunciada por Donald Trump, permitirá a reconstrução do grupo terrorista.

Estados Unidos iniciou retirada mas não a venda de armas

"Iniciámos o regresso a casa das tropas norte-americanas à medida que transitamos para a próxima fase desta campanha", disse Sarah Sanders, porta-voz da Casa Branca, em comunicado.

Os Estados Unidos têm cerca de dois mil soldados na Síria.

Segundo meios de comunicação, a decisão terá sido tomada depois de um telefonema entre o Presidente Donald Trump e o seu homólogo turco, Recep Tayyip Erdogan, na sexta-feira passada.

Entretanto os Estados Unidos aprovaram na quarta-feira, 19 de Dezembro, uma venda de mísseis à Turquia no valor de 3,5 mil milhões de dólares. O negócio foi fechado meses depois de Washington ter exprimido a sua indignação pela intenção de compra de armas russas por Ancara.

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Lamentamos, mas o prazo para estabelecer a ligação em causa foi ultrapassado.