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Mundo

Filipinas: Daesh reivindica atentado contra catedral em Jolo

media Catedral de Jolo após o atentado de domingo 27 Janeiro 2019 estern Mindanao Command/Handout via REUTERS

O auto-denominado grupo Estado Islâmico reivindicou o atentado de domingo contra a catedral católica de Jolo, no sul das Filipinas, que causou pelo menos 21 mortos, entre civis e soldados e mais de 80 feridos.

Este foi um dos ataques mais sangrentos dos últimos anos nas Filipinas e antes desta reivindicação, as autoridades atribuiram as duas explosões de domingo (27/01) à célula Ajang-Ajang, ligada ao grupo radical ilsâmico de Abou Sayaf, que prestou vassalagem ao auto-dernominado Estado Islâmico e cujo bastião é precisamente a ilha de Jolo, na província de Sulu, no sul das Filipinas.

Daesh em comunicado afirma que dois kamikazes se fizeram explodir na catedral e no parque de estacionamento da mesma, mas segundo a polícia ambas as bombas foram despoletadas à distância.

Daesh reivindica atentado nas Filipinas 28/01/2019 ouvir

O líder da facção Ajang-Ajang foi morto há cerca de um ano pelo exército filipino e prometeu represálias, e as autoridades confirmam a morte ontem do seu irmão, em vídeos que identificam igualmente dois outros membros deste grupo.

Este atentado foi perpetrado apesar de o sul das Filipinas estar sob regime de lei marcial desde 2017, quando jihadistas se reclamando do Estado Islâmico tomaram durante cinco meses o controlo de grandes bairros da cidade de Marawi.

O grupo de Abou Sayaf, considerado terrorista nas Filipinas e nos Estados Unidos, criado nos anos 1990 com financiamento de um membro da família do ex chefe da Al Qaeda Oussama Bin Laden, cindiu-se em várias facções, sendo que algumas delas prestaram vassalagem ao Estado Islâmico.

Abou Sayaf é acusado dos piores atentados que o arquipélago conheceu, em particular contra um ferry em 2004 que causou mais de 100 mortos e opoe-se ao processo de paz em curso, que culminou num referendo local na passada segunda-feira (21/01) que deu luz verde à criaçao de uma região autónoma muçulmana designada Bangsamoro.

Desde 1970 que a minoria muçulmana deste país maioritariamente católico, reclama autonomia ou independência do sul das Filipinas, que consideram a sua terra ancestral, esta reivindicação gerou um conflito que causou cerca de 150 mil mortos.

O principal grupo rebelde e separatista é a Frente Moro Islâmica de Libertação, que em 2014 assinou um acordo de paz com o governo, que prevê a autonomia de grande parte da grande ilha de Mindanao e de outras ilhas do extremo sudoeste das Filipinas.

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