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Mundo

Espanha prepara-se para ir às urnas

media Espanha prepara-se para ir às urnas TVE via REUTERS

A dois dias das eleições gerais em Espanha é impossível prever como se irá formar o próximo governo do país. Governar com maioria absoluta não parece, neste momento, ao alcance de nenhum dos partidos e tudo aponta para que os acordos entre eles sejam fundamentais para o desenlace das eleições do próximo domingo.

No "jogo das cadeiras", as possíveis coligações parecem bem definidas, após os dois debates eleitorais desta semana: Por um lado, o PSOE, liderado pelo actual presidente do Governo, Pedro Sánchez, forma o arco de esquerda em conjunto com Unidas Podemos. Por outro lado, a direita, com o Partido Popular, Ciudadanos e VOX, o partido de extrema-direita, que não participou no debate, mas começa a ganhar força na cena política espanhola.

A entrada do VOX no tabuleiro político, após conseguir doze assentos no parlamento de Andaluzia, uma região historicamente socialista, veio acentuar o fosso entre os partidos de esquerda e de direita: o discurso do PP e Ciudadanos endureceu, ao passo que PSOE e Podemos sabem que, apenas juntos, poderão evitar um governo de coligação de direitas. Nenhum dos lados quer compactuar com o outro e até os partidos independentistas e com menos representação podem vir a ser determinantes na equação.

O processo independentista catalão foi um dos temas mais quentes nos dois debates eleitorais desta semana. A direita e a esquerda acusam-se mutuamente de não terem sabido gerir a relação com os independentistas: PP e Ciudadanos acusam a esquerda de pactuar com os separatistas, enquanto o PSOE e Podemos dizem que a direita está a alterar a convivência entre os cidadãos.

Cerca de 37 milhões de espanhóis estão chamados às urnas no próximo domingo, 28, para eleger os 350 deputados que os irão representar no parlamento durante os próximos quatro anos. São precisos 176 assentos para formar um Governo e os resultados das sondagens refletem a indecisão política que se sente no país: o PSOE sai como claro vencedor, mas parece longe de conseguir os deputados suficientes para governar sem o apoio de outros partidos. O PP aparece em segundo lugar nas sondagens, seguido de Ciudadanos, com Unidas Podemos logo atrás.

As últimas eleições gerais em Espanha celebraram-se em 2016, quando Mariano Rajoy chegou à presidência do Governo, à frente do Partido Popular. Já então, foram necessárias duas rondas eleitorais para encontrar um Governo com maioria no Parlamento, após o impasse no primeiro sufrágio, em 2015.

Pedro Sánchez, o actual chefe de Governo Espanhol, chegou à liderança após uma moção de censura apresentada pelo seu próprio partido, em Junho de 2018. Foi ele mesmo quem convocou estas eleições, um ano antes da data prevista, após não conseguir apoios para aprovar o Orçamento de Estado. Mais pormenores com o nosso correspondente em Madrid Miguel Araujo.

Correspondência de Miguel Araujo 26/04/2019 ouvir

 

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