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Mundo

Nova escalada na guerra comercial entre Estados Unidos e China

media China suspende importação de produtos agrícolas dos Estados Unidos e devaloriza moeda REUTERS/Dan Koeck

Novo factor na guerra comercial entre os Estados Unidos e a China. Pequim que controla estreitamente a política cambial da sua moeda, deixou cair uma vez mais a taxa, com Washington a acusar os chineses de manipular o yuan. Assim os Estados Unidos vão pedir ao FMI para pôr termo à concorrência desleal da China.

 

O secretário do Tesouro americano, Steven Mnuchin, afirmou ontem num comunicado que Pequim não está a cumprir as regras cambiais arbitradas pela Fundo Monetário Internacional que tem de interferir para corrigir esta ilegalidade.

A China suspendeu as suas compras de produtos agrícolas americanos e não exclui impor imediatamente taxas à importação sobre os mesmos produtos  comprados nos Estados Unidos, anunciou hoje o ministério chinês do Comércio.

Esta nova fase da guerra comercial sino-americana vem no seguimento da decisão do Presidente Donald Trump de impor novas taxas alfandegárias a importações da China a partir de 3 de setembro. 

Pequim decidiu então avançar para o campo monetário desvalorizando a sua moeda na esperança de atenuar o impacto das sanções americanas e o risco nefasto que isso tem para a sua economia em desaceleração.

Mas é uma estratégia chinesa duma faca de dois gumes porque os ganhos monetários não eliminarão a queda da economia chinesa.

Contudo, do lado americano, as coisas não são também de boa feição com Trump a não poder ganhar em todos os tabuleiros. A sua política de sanções pode penalizar a economia americana que até agora está de boa saúde.

Trump continua a dizer ser possível um acordo comercial com a China, mas analistas financeiros consideram que com a nova escalada fica mais longe a perspectiva de um entendimento entre os dois países.  

A nível internacional esta guerra comercial entre os Estados Unidos e a China poderá igualmente provocar muitos solavancos nas Bolsas e praças financeiras nefastos para a economia emergente e do mundo desenvolvido.

A indústria alemã e a Alemanha, maior potência europeia, já começam a sentir o peso desta guerra comercial sino-americana e já estão a adaptar a sua estratégia na perspectiva de crise económica.

"A economia mundial está em desaceleração mas ainda não atingimos o ponto de ruptura", afirma um analista do gabinete IHS Markit, Rajiv Biswas, que sublinha, no entanto, "estarmos num ambiente muito perigoso para o comércio mundial".

O Presidente americano que já está em pré-campanha para as eleições presidenciais de 2020, vai continuar a utilizar a arma belicosa de negociação comercial, de um lado, e doutro, fazendo algumas concessões tácticas.

Quanto ao Presidente chinês, Xi Jinping, reeleito no último congresso do Partido comunista chinês, adaptando a constituição à sua medida de "presidente eterno", como disse, tem a paciência chinesa e o tempo longo. 

Nova escalada na guerra comercial entre Estados Unidos e China 06/08/2019 ouvir
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Lamentamos, mas o prazo para estabelecer a ligação em causa foi ultrapassado.