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São Tomé e Príncipe

São Tomé e Príncipe: petróleo à vista na ZEE

media Plataforma petrolífera em Angola AFP

 

A primeira perfuração petrolífera na zona económica exclusiva de São Tomé e Príncipe poderá iniciar em 2019 de acordo com os estudos sísmicos efectuados pela empresa Kosmos Energy.

São Tomé e Príncipe ainda não é um país produtor de petróleo, mas constituiu em 2001 uma Zona de Exploração Conjunta com a Nigéria (que arrecada 60% dos lucros e o arquipélago 40%) e no que diz respeito à sua Zona Económica Exclusiva numa superfície de 129 mil kms quadrados, repartidos em 19 blocos, já estabeleceu contratos de partilha de produção com seis empresas : Sonangol, Oranto Petroleum, Equator Exploration e Kosmos Energy.

Maximino Carlos, correspondente em São Tomé 31/08/2017 ouvir

A empresa petrolífera norte-americana Kosmos Energy detém maioritariamente os blocos 5, 6,11 e 12 da Zona Económica Exclusiva de São Tomé e Príncipe e é igualmente parceira da GALP de Portugal que tem participações nestes mesmos blocos situados no offshore do arquipélago.

Além da Kosmos Energy são parceiras da GALP a Agência Nacional de Petróleo de São Tomé e Príncipe e a empresa Africa Equator Oil.

Os estudos sísmicos efectuados durante seis meses foram apresentados esta quarta-feira (30/08) ao primeiro-ministro santomense Patrice Trovoada.

Andy Inglis o representante da Kosmos Energy afirmou "tivemos o prazer de informar o primeiro-ministro dos resultados da pesquisa sísmica, que havíamos iniciado em Fevereiro, cobrindo uma área de 16 kms quadrados, sendo uma das maiores pesquisas realizadas na África Ocidental.

Ainda desconhecemos os resultados, necessitamos de 9 meses para analisar e interpretar os dados sísmicos. Se tivermos sucesso, acreditamos que em 2019 iremos avançar para a fase seguinte, que é a de perfuração e exploração".

Em contrapartida social a Kosmos Energy já doou duas viaturas ao ministério da educação e vai construir três centros escolares em Neves, Santana e Monte Café e reabilitar a escola de Sá Marçal em Água Grande.

 

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Lamentamos, mas o prazo para estabelecer a ligação em causa foi ultrapassado.