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Mundo

Síria:retirada de militares americanos

media O Presidente Donald Trump ao lado de um colaborador,na Casa Branca .Washington.18 de Dezembro de 2018. REUTERS/Jim Young

Os Estados Unidos vão retirar as suas tropas que se encontram na Síria, após o Presidente Donald Trump ter declarado que o seu país tinha derrotado o grupo Estado Islâmico, no país do Médio-Oriente em guerra. A notícia foi divulgada por um responsável americano. Segundo analistas, a decisão inesperada de Washington terá implicações geopolíticas, assim como põe em causa o futuro das milícias curdas que combatiam o Estado Islâmico, apoiadas pelos Estados Unidos.

Através de uma curta declaração na rede social Tweet, o Presidente Donald Trump afirmou que único motivo para a presença americana na Síria era a luta contra os jiadistas do autodenominado Estado Isâmico. Uma vez os jiadistas derrotados, não se justififica a continuidade dos militares americanos no país devastado pela guerra.

Segundo o responsável da Administração de Washington que anunciou a notícia, o Presidente Trump tomou a decisão sobre a retirada americana na terça-feira. De acordo com o funcionário de Washington,todos os militares americanos que operam na Síria serão repatriados.

Cerca de 2000 militares dos Estados Unidos encontram-se na Síria.Eles treinam e desempenham, essencialmente, o papel de conselheiros para as milícias envolvidas na luta contra os jiadistas do também chamado Daech.

O responsável que anunciou a retirada, não precisou a data e o Pentágno   ( Ministério da Defesa ) não confirmou a decisão tomada por Donald Trump.

Segundo o porta-voz do Pentágno, Rob Manning, os Estados Unidos prosseguem os contactos com os seus parceiros na região.

A decisão da Administração Trump é uma novidade surpreendente, não só para os curdos na Síria, mas também no que toca à política americana na região.

 
Lamentamos, mas o prazo para estabelecer a ligação em causa foi ultrapassado.